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Definição da arte bizantina inicial
14 Abril 2026, 12:30 • Joaquim Manuel Rodrigues dos Santos
Arte bizantina, arte paleocristã e arte tardo-clássica: diferenças e continuidades. Os mosaicos como marco artístico fundamental da arte bizantina e as razões para a escassez de exemplares relativos à Primeira Idade de Ouro da arte bizantina. Os mosaicos em Constantinopla: remanescências civis do Palácio Imperial de Constantinopla e os azulejos religiosos não-figurativos da Basílica de Santa Sofia. O Exarcato bizantino como grande repositório da arte do mosaico justiniano: Igreja de São Vital, Basílica de Santo Apolinário em Classe e Basílica de Santo Apolinário Novo, em Ravena. Os mosaicos imperiais da Igreja de São Vital como paradigmas da estética justiniana na arte do mosaico. Os mosaicos na periferia do Império Bizantino: Igreja de São Demétrio em Tessalónica, Igreja de São Jorge em Madaba, Igreja dos Santos Lot e Procópio em Nebo, Mosteiro de Santa Catarina do Monte Sinai. A pintura mural bizantina: Igreja de Santa Maria Antiqua em Roma, Necrópole de El-Bagawat no Egipto, Mosteiro de Santiago o Mutilado em Qara. Os ícones como objectos portáteis de veneração cristã no mundo bizantino. Os baixo-relevos teodosianos e os capiteis justinianos rendilhados.
Definição da arte bizantina inicial
9 Abril 2026, 12:30 • Joaquim Manuel Rodrigues dos Santos
Arte bizantina, arte paleocristã e arte tardo-clássica: diferenças e continuidades. Os mosaicos como marco artístico fundamental da arte bizantina e as razões para a escassez de exemplares relativos à Primeira Idade de Ouro da arte bizantina. Os mosaicos em Constantinopla: remanescências civis do Palácio Imperial de Constantinopla e os azulejos religiosos não-figurativos da Basílica de Santa Sofia. O Exarcato bizantino como grande repositório da arte do mosaico justiniano: Igreja de São Vital, Basílica de Santo Apolinário em Classe e Basílica de Santo Apolinário Novo, em Ravena. Os mosaicos imperiais da Igreja de São Vital como paradigmas da estética justiniana na arte do mosaico. Os mosaicos na periferia do Império Bizantino: Igreja de São Demétrio em Tessalónica, Igreja de São Jorge em Madaba, Igreja dos Santos Lot e Procópio em Nebo, Mosteiro de Santa Catarina do Monte Sinai. A pintura mural bizantina: Igreja de Santa Maria Antiqua em Roma, Necrópole de El-Bagawat no Egipto, Mosteiro de Santiago o Mutilado em Qara. Os ícones como objectos portáteis de veneração cristã no mundo bizantino. Os baixo-relevos teodosianos e os capiteis justinianos rendilhados.
Advento da arquitectura bizantina
7 Abril 2026, 12:30 • Joaquim Manuel Rodrigues dos Santos
A divisão definitiva do Império Romano em 395, depois da morte do imperador Teodósio I, nas partes ocidental e oriental. As invasões dos povos germânicos no séc. V e a queda do Império Romano do Ocidente em 476, por oposição à prosperidade e expansão do Império Romano do Oriente – doravante designado como Império Bizantino – sob o reinado do imperador Justiniano I, que reconquistou vastos territórios nas margem do Mediterrâneo (Península Itálica, sul da Península Ibérica e Norte de África). O crescente processo de divisão do Cristianismo, que deflagrou no cisma religioso concretizado em 1054 e levou à separação da Igreja Católica e da Igreja Ortodoxa; a independência política do Papa em Roma, e a submissão do Patriarca de Constantinopla perante a união dos poderes espiritual e secular do imperador bizantino. As confirmação de Constantinopla como “Nova Roma” pelos imperadores Teodósio I e Teodósio II: obras públicas (Fórum de Teodósio, muralhas de Constantinopla) e monumentos públicos (obeliscos, arcos triunfais). A mudança de paradigma de Constantinopla como “Nova Jerusalém” sob a égide do imperador Justiniano I: obras públicas na Primeira Idade de Ouro da arte bizantina (Palácio Imperial de Justiniano, Cisterna da Basílica, Coluna de Justiniano). A Basílica de Santa Sofia como expoente máximo da arquitectura bizantina, com repercussões futuras. As obras em Ravena, capital do Exarcato bizantino: Basílica de Santo Apolinário em Classe como continuação do modelo basilical, e Igreja de São Vital no seguimento das plantas centradas circulares ou poligonais.
Correcção do 1º teste de avaliação
26 Março 2026, 12:30 • Joaquim Manuel Rodrigues dos Santos
Correcção do 1º teste de avaliação.
1º teste de avaliação
24 Março 2026, 12:30 • Joaquim Manuel Rodrigues dos Santos
1º teste de avaliação