O cinema "noir" de Hong Kong
9 Outubro 2019, 14:00 • Fernando Guerreiro
1.do "Kung-fu" ao "noir": o papel de Chang Cheh ("Vingança!", 1970)
2. do "Crime film" ao "police film": ambivalência e complexidade dos personagens, esbatimento da fronteira entre Lei e crime, "glamourização" do ganster (as "tríades" como como contra-sociedades que preservam valores tradicionais), divisão dos personagens entre diferentes fidelidades, carácter urbano dos filmes (realismo) e "ghetto identity" (Troost);
3. centralidade do cinema na construção daimagem (crítica) da cidade (Hong Kong); no "noir" dos anos 70/80, menos a cidade "virtual" (hiper-visível) (Abbas) do que a "invisível" (soterrada, escondida) ("Kowloon Walled City"" como santuário da marginalidade e do crime no "noir").
* projecção do final de "City on Fire" (1987) de Ringo Lam
Bibliografia: texto de Kristoff van den Troost sobre o "noir" de Hong Kong (pasta da cadeira)