Sumários

O Renascimento e as nações europeias

17 Fevereiro 2022, 11:00 Ana Maria Sanchez Tarrio

A importância do estudo da cultura renascentista na história crítica do nacionalismo.

O caso do humanismo português: De Portugal a Lusitânia.
André de Resende e As Antiguidades da Lusitânia.


Os livros e a realidade: Introdução a El Quijote de Miguel de Cervantes.

14 Fevereiro 2022, 11:00 Ana Maria Sanchez Tarrio

As Bibliotecas no Renascimento.

Biblioteca e mecenato: Lorenzo de Médicis e Angelo Poliziano.
O Index librorum prohibitorum: a Inquisição e a censura da leitura.


Apresentação do Programa e Avaliação

10 Fevereiro 2022, 11:00 Ana Maria Sanchez Tarrio

Programa

 

I.               Renascimento: o tempo da self-fashioning.

 

1.0.-  A luz perante as trevas?.

 

1.1.- Uma definição do homem:  

1.1.1.- O esplendor do retrato privado.

1.1.2.- O civilizado e o bárbaro. Os indígenas do Mundus Nouus: escravos ou homens?

 

1.2.- A Galaxia Gutenberg e a emergência da Biblioteca moderna: novos públicos, novas censuras. 

 

1.3- Paradoxos da (in-)tolerância: Erasmo e T. Moro perante a perseguição inquisitorial (contra judeus, mouros, luteranos, bruxas ou sodomitas...).

 

1.4.- O Renascimento e a construção identitária das nações europeias: o caso português.

 

II. A poesia e a civilização cortesã.

 

1.- A poesia de corte: a hegemonia da poesia amorosa.

2.- A carta de amor em verso: O Cancioneiro Geral de Garcia de Resende.

 

 

Elenco de Textos de Trabalho Fundamentais. Leitura obrigatória

 

I.

Mirandola, Giovanni Pico della. Discurso sobre a dignidade do homem. 1ª Edição. Editora: Edições 70. Lisboa, 2006. 

Montaigne, Michel de, Os Ensaios. Uma seleção, trad. Rosa Freire d’Aguiar, Lisboa: ed. Penguin-Companhia, 2010 (fragmentos).

Sepúlveda/Las Casas, Antologia da controvérsia de Valladolid.

Cervantes, Miguel de, El Quijote (Biblioteca virtual Miguel de Cervantes, fragmentos).

Resende, André de As Antiguidades da Lusitânia, trad. R. M. Rosado Fernandes, Lisboa, FCG, 1996 (fragmentos).

 

II

 

Antologia da canção amorosa renascentista (Petrarca, Garcilaso de la Vega, Luís de Camões, Shakespeare).

Ribeiro, Cristina Almeida, Cancioneiro Geral de García de Resende, Lisboa, Comunicação, 1991 (Seleção).

 

Bibliografia básica de referência

 

Chastel, André, ‘The artes during the Renaissance’ in The Renaissance: Essays in interpretation, in The Renaissance. Essays in interpretation to Eugenio Garin, London and New York, Methuen, 1982.

Delumeau, Jean, A Civilização do Renascimento, trad. de Pedro Elói Duarte. Lisboa: Edições 70, 2004.

Encyclopedia of the Renaissance, 6 vols. (1999). Paul F. Grendler (ed.). New York: Scribner’s.

The Renaissance in Europe. A reader, New Haven and London, Yale University Press in association with the Open University, 2000

Trinkaus, Charles, ‘Themes for a Renaissance anthropology’ in The Renaissance: Essays in interpretation, in The Renaissance. Essays in interpretation to Eugenio Garin, London and New York, Methuen, 1982.

 

Avaliação

 

 

1.- Trabalho Orientado (40%)

 

1.1.- Entrega e discussão de Projectos de Trabalho Orientado: 10, 14,17,21,24,28 de Março.

 

1.2.- Apresentação de Trabalhos Orientados: 31 de Março, 4, 7 Abril, 18,21,28 de Abril e 2 de Maio.

 

1.3.- Data de Entrega Final do Trabalho Orientado:

2 de Maio*.

 

 2.- Prova Escrita: (60%): 9 de Maio.

 

 

* Notas Importantes

1.- Os alunos devem consultar o Calendário de Entrega de Projecto de TO e de Apresentação de TO na Calendarização, disponível no Drive da Disciplina. 

2.- O Primeiro Elemento de Avaliação só poderá ser entregue após ter sido aceite pela Professora, de acordo com as datas indicadas.


Definição do homem

7 Fevereiro 2022, 11:00 Ana Maria Sanchez Tarrio

Pico della Mirandola, Oratio pro hominis dignitate.

A cultura humanística como base: a recuperação dos autores gregos.
A concordia entre as religiões.


O Humanismo

3 Fevereiro 2022, 11:00 Ana Maria Sanchez Tarrio

Humanismo e humanista: história dos conceitos. O papel da historiografia do século XIX.

Editar e explicar os autores gregos e romanos: a 'Lectio et enarratio auctorum'.
A secularização do saber: o humanismo cívico.
A Biblioteca privada e pública no Renascimento.