Sumários

Not Taught.

19 Dezembro 2018, 17:00 • Susana Dores de Matos Viegas

Esta cadeira só tem curricularmente 10 semanas de aulas que se completaram na semana anterior.


MÓDULO DE ANTROPOLOGIA VI: Os índios e a diversidade no Brasil-nação

12 Dezembro 2018, 17:00 • Susana Dores de Matos Viegas

Neste seminário iremos consolidar o debate da aula anterior com o visionamento de um documentário. Numa segunda parte foram entregues aos alunos os temas de trabalho à escolha e respectiva bibliografia.

 

Texto de leitura prévia

Viveiros de Castro, Eduardo. 2005. “No Brasil, todo mundo é índio, exceto quem não é”. In Povos Indígenas no Brasil 2001/2005. Instituto Socioambiental. São Paulo. Pp. 41-49.

 

Visionamento e Debate do Documentário: Índio-cidadão? (2014), Realização: RodriguaraniKaiowá e equipa; roteiro de Rodrigo Siqueira e Sergio Azevedo

https://www.youtube.com/watch?v=Ti1q9-eWtc8

 


MÓDULO DE ANTROPOLOGIA V: Os índios e a diversidade no Brasil-nação

5 Dezembro 2018, 17:00 • Susana Dores de Matos Viegas

Nas duas aulas deste módulo iremos refletir sobre o lugar do índio nas políticas e nos ensaios sobre o construção do Brasil-nação. O objetivo é compreender como se produziu o esquecimento do índio nesses ensaios e políticas. A partir da análise de Zarur (2004) refletimos também sobre como esse esquecimento pode ser pensado a partir da forma como as reflexões sobre o Brasil-nação se centraram numa projeção futura, de uma “prometida utopia” como formula Zarur, em detrimento da atenção ao passado.

 

Leitura prévia à aula

Oliveira, João Pacheco. 2016. “As mortes do indígena no Império do Brasil: o indianismo, a formação da nacionalidade e seus esquecimentos”. O nascimento do Brasil e outros ensaios: "Pacificação", regime tutelar e formação de alteridades. Contracapa. Rio de Janeiro. pp. 75-116.

 

Referencias bibliográficas:

Carneiro da Cunha, Manuela. 2011. “índios como tema do pensamento social no Brasil”. In Botelho, A. E Schwarz, L.M. (org). Agenda Brasileira: temas de uma sociedade em mudança. Companhia das Letras. São Paulo

Carneiro da Cunha, Manuela. 1998 (1992). “Política Indigenista no século XIX”. in Cunha, Manuela Carneiro da (org.). História dos Índios no Brasil. Companhia das Letras. SP: 133-154.

Perrone-Moisés, Beatriz. 1998 "Índios livres e índios escravos: os princípios da legislação indigenista do período colonial (século XVI a XVIII)" in Cunha, Manuela Carneiro da (org). História dos Índios no Brasil. Companhia das Letras. SP: 115-132.

Viveiros de Castro. Eduardo. 1992. “O mármore e a Murta: sobre a inconstância da alma selvagem.” Revista de Antropologia. Vol. 35: 21-74.

Zarur, George de Cerqueira Leite. 2004. “A idéia de Brasil: etnia e construção da nação no pensamento social brasileiro” in A utopia brasileira: povo e elite. Intertextos. Abaré/FLASCO. Brasília.

 

 


MÓDULO TEMÁTICO DE ANTROPOLOGIA IV: O olhar sobre o urbano no Brasil: modernidade, desigualdade e lugar social

28 Novembro 2018, 17:00 • Susana Dores de Matos Viegas

Conclusão do tema sobre o urbano no Brasil num olhar antropológico. 

Visionamento do filme  O Som ao Redor e debate.

Bibliografia 

Velho, Gilberto (dir.). 1999. Antropologia Urbana – Cultura e Sociedade o Brasil e em Portugal. Rio de Janeiro: Jorge Zahar.


MÓDULO TEMÁTICO DE ANTROPOLOGIA III: O olhar sobre o urbano no Brasil: modernidade, desigualdade e lugar social

21 Novembro 2018, 17:00 • Susana Dores de Matos Viegas

A emergência do público e o privado no Brasil

Continuação do tema aula anterior  
Texto para leitura prévia à aula 

Da Matta, Roberto. 1997. A Casa e a Rua – espaço, cidadania, mulher e morte no Brasil. Rio de Janeiro. Zahar.

Botelho, A. 2012. “Público e privado no pensamento social brasileiro.” In: André Botelho; Lília Moritz Schwarcz. (Org.). Público e privado no pensamento social brasileiro. 1ed.São Paulo: Claroenigma v. 1, p. 48-59. 


Bibliografia

Freyre, Gilberto. 1963. Sobrados e Mucambos, decadência do patriarcado rural e desenvolvimento do urbano. Lisboa : Livros do Brasil.  

Da Matta, Roberto. “Você sabe com quem está falando?” in Carnavais, Malandros e Heróis. Rio de Janeiro.Rocco Editora