Sumários
Índios na história do Brasil e as grandes ideologias que marcam o Brasil do século XX (1)
11 Novembro 2015, 17:00 • Susana Dores de Matos Viegas
1) Revisitando Hans Staden - interpretações da antropologia contemporânea sobre o lugar do indio na formação do Brasil
Docente: Susana de Matos Viegas
Bibliografia de Referência:
Cunha, Manuela Carneiro da. 2011. “índios como tema do pensamento social no Brasil”. In Botelho, A. E Schwarcz, L.M. (org). Agenda Brasileira: temas de uma sociedade em mudança. Companhia das Letras. São Paulo
Monteiro, John, no prelo. “Entre o etnocídio e a etnogênese: identidades indígenas coloniais”. In Fauto, Carlos e Monteiro, John (org). Tempos índios: história e narrativas do Novo Mundo. Assírio e Alvim. Lisboa. Pp. 25-65
Viveiros de Castro, Eduardo. 1992. “O mármore e a Murta: sobre a inconstância da alma selvagem.” Revista de Antropologia. Vol. 35: 21-74.
“Freyre em contexto - plantação, patriarcado, casa-grande, e extensões lusotropicalistas.”
4 Novembro 2015, 17:00 • Susana Dores de Matos Viegas
Docente: Cristiana Bastos
Freyre, Gilberto. 1933. Casa-Grande e Senzala"Três livros que inventaram o Brasil" - o pensamento social de Caio Prado, Sergio Buarque de Holanda e Gilberto Freyre.
28 Outubro 2015, 17:00 • Susana Dores de Matos Viegas
Docente: Cristiana Bastos
Leituras:
Freyre, Gilberto. 1933. Casa-Grande e Senzala
Hollanda, Sergio Buarque. 1926. Raízes do Brasil
Prado, Caio. 1942. Formação do Brasil Contemporâneo
"Só a antropofagia nos une" : a Semana de Arte Moderna e seu impacto
21 Outubro 2015, 17:00 • Susana Dores de Matos Viegas
Docente: Cristiana Bastos
Leituras:
Andrade, Mario. 2008 (1928). Macunaíma: o herói sem nenhum carácter. Editora Agir-sinergia.
O Iluminismo Tardio no Brasil (3).
14 Outubro 2015, 17:00 • Susana Dores de Matos Viegas
Sessão ministrada pelos Doutores Ana Lúcia Cruz e Magnus de Mello Pereira, da Universidade Federal do Paraná, Brasil, a convite dos docentes.
O Iluminismo Tardio no Brasil (3).
Ciência e “viagens filosóficas”: naturalistas e militares no mundo atlântico português no final do século XVIII e início do século XIX. Produção e circulação de conhecimento; as redes intelectuais.
Bibliografia:
Cruz, Ana Lúcia Rocha Barbalho da (2002), “As viagens são os viajantes; dimensões identitárias dos viajantes naturalistas brasileiros do século XVIII”, História: Questões e Debates, Curitiba, n.º 36, pp. 61-98.
Pereira, Magnus R. de M. e Cruz, Ana Lúcia R. B. (1999), “Brasileiros a serviço do Império; a África vista por naturais do Brasil, no século XVIII”, Revista Portuguesa de História, Coimbra, vol. 33, pp. 153-190.