Poética romântica: imaginação e expressão

7 Março 2019, 10:00 Ângela Fernandes

Conclusão do estudo de Uma Defesa da Poesia, de Shelley: o poeta como voz natural e solitária que “canta” para seu auto-comprazimento. Reflexão sobre o contraste entre a poética romântica da “expressão” e a poética clássica da “imitação”, e sobre o seu questionamento na reflexão e na prática artística do século XX.

Leitura e comentário dos poemas “Não me importo com as rimas” e “E há poetas que são artistas”, de Alberto Caeiro, e “Quero ser livre insincero”, de Fernando Pessoa: a apologia da naturalidade da expressão poética, e a sua conexa desconstrução; o questionamento sobre a possibilidade de qualquer sinceridade expressiva na poesia.

Introdução ao estudo de narrativas literárias: breve elenco dos seus elementos constitutivos.