Sumários

As Campanhas de Dinamização Cultural (cont.) e o teatro pós-25 de Abril

21 Novembro 2025, 12:30 Marta Brites Rosa

O espetáculo Era uma vez nas Campanhas de Dinamização Cultural.

Leitura e discussão de críticas ao espetáculo Era uma vez e de um testemunho sobre as Campanhas tendo como ponto de debate a adequação da linguagem cénica ao público rural.
Leitura e discussão de críticas ao espetáculo O último fado em Lisboa, tendo como ponto de partida a discussão entre "erotismo e pornografia" presente em vários jornais da época.


Teatro universitário e as Campanhas de Dinamização Cultural do MFA

19 Novembro 2025, 12:30 Marta Brites Rosa

A contribuição do teatro universitário dos anos 60 e 70 para o teatro independente.

O CITAC e as dramaturgias de vanguarda: visualização de excertos do documentário ESTADO DE EXCEPÇÃO. CITAC: um projecto etnohistórico.
A atividade teatral após o 25 de Abril de 1974: visualização de excertos do programa TV Placo sobre:
2) Espetáculo Seiva conta Catarina na luta do povo do Seiva Trupe, como exemplo de um espetáculo político, engajado e didático.
As Campanhas de Dinamização Cultural: estudo de caso Comuna - Teatro de Pesquisa. O espetáculo Ceia.


A censura no teatro no Estado Novo

14 Novembro 2025, 12:30 Marta Brites Rosa

A evolução da censura ao teatro no Estado Novo.

Um processo de censura: As mãos de Abrãao Zacut de Luís de Sttau Monteiro, pelo Teatro Estúdio de Lisboa.



Séc. XIX e início do XX

12 Novembro 2025, 12:30 Marta Brites Rosa

Análise da "Memória ao Conservatório" de Almeida Garrett.

O drama histórico.
Companhias residentes no Teatro Nacional D. Maria II: Rosas e Brazão e Rey Colaço - Robles Monteiro.



Plano para a Fundação de um Teatro Nacional

7 Novembro 2025, 12:30 Marta Brites Rosa

Continuação da análise do Plano para a fundação de um teatro nacional, apresentado por Almeida Garrett em 1836: a Inspeção Geral dos Teatros e dos Espetáculo Nacionais, o Conservatório, o Teatro Nacional D. Maria II e o incentivo à dramaturgia nacional.

Análise do prólogo de Um auto de Gil Vicente, de Almeida Garrett: Um auto de Gil Vicente como o modelo a seguir para a nova dramaturgia portuguesa. A encenação de 1838 no Teatro da Rua dos Condes: receção da crítica.
Regulamentação sobre os teatros e concursos literários: a adaptação da legislação ao projeto de teatro e repertório nacional.
A abertura do Teatro Nacional D. Maria II: dificuldades na manutenção de um teatro nacional.