Thomas More, leitor de Luciano de Samósata
5 Outubro 2015, 14:00 • Isabel Adelaide Penha Dinis de Lima e Almeida
Ainda os clássicos na Utopia de Thomas More: presenças flagrantes e influências discretas.
More e seu contexto: o valor de Gregos e Latinos aos olhos de humanistas; a lição de Erasmo e a eficácia da ironia; traços para a caracterização de um horizonte de expectativas.
More, leitor de Luciano de Samósata: exploração de um ensaio de Carlo Ginzburg, "Il vecchio e il nuovo mondo visti da Utopia" (in Nessuna isola è un'isola). Ironia e jogos de inversão: o mundo utópico como inversão do mundo conhecido; o mundo conhecido visto a partir da ordem utópica (revelações de desconcerto).