Sumários

Aula substituída por assistência ao Simpósio Internacional Purpureae Vestes

24 Outubro 2025, 14:00 Francisco João Bentes Gomes

Aula substituída por assistência ao Simpósio Internacional Purpureae Vestes


Desenho de Projetos de Investigação em Arqueologia (1)

17 Outubro 2025, 14:00 Francisco João Bentes Gomes

Princípios gerais de conceção e desenho de projetos científicos em Arqueologia.


  • O método científico: princípios, críticas e utilidade para a estruturação do trabalho científico.
  • Tipos de investigação e de desenhos de projetos: Desenhos Exploratórios e Descritivos; Desenhos Históricos; Desenhos Comparativos e Transversais; Análise de Regressão e Desenhos Causais; Desenhos Analógicos; Desenhos Experimentais.
  • Um tipo particular de desenho de investigação: o caso de estudo.
Questões de base a definir no desenho de projetos científicos: dados, métodos e técnicas, e objetivos.


Debate: A ‘Terceira Revolução Científica’ na Arqueologia: Oportunidades e Desafios

10 Outubro 2025, 14:00 Francisco João Bentes Gomes

Debate: A ‘Terceira Revolução Científica’ na Arqueologia: Oportunidades e Desafios


Textos discutidos:

Prós:
  • Kintigh, K. et al. (2014) – Grand Challenges for Archaeology. American Antiquity, 79(1), p. 5-24.
  • Kristiansen, K. (2014) – Towards a new paradigma? The Third Science Revolution and its Possible Consequences in Archaeology. Current Swedish Archaeology, 22, p. 11-34.
  • Lidén, K. & Eriksson, G. (2013) – Archaeology vs. Archaeological Science. Do we have a case? Current Swedish Archaeology, 21, p. 11-19.
  • Martinón-Torres, M. & Killick, D. (no prelo) – Archaeological Theories and Archaeological Sciences. In Gardner, A., Lake, M. & Sommer, U. (eds.), The Oxford Handbook of Archaeological Theory. Oxford: OUP.
Contras:
  • Flohr Sørensen, T. (2017) – The Two Cultures and a World Apart: Archaeology and Science at a New Crossroads. Norwegian Archaeological Review, 50(2), p. 101-115.
  • Lidén, K. & Eriksson, G. (2013) – Archaeology vs. Archaeological Science. Do we have a case? Current Swedish Archaeology, 21, p. 11-19.
  • Nilsson Stutz, L. (2018) – A Future for Archaeology: In Defense of an Intellectually Engaged, Collaborative and Confident Archaeology. Norwegian Archaeological Review, 51(1–2), 48-56.
  • Ribeiro, A. (2022) – Methodological Anarchism Against Interdisciplinary Archaeology. Forum Kritische Archäeologie, 11, p. 93-105.


Epistemologia e Arqueologia (2)

3 Outubro 2025, 14:00 Francisco João Bentes Gomes

Epistemologia e Arqueologia
  • Introdução aos principais campos epistemológicos: Positivismo, Idealismo e Realismo.
  • Modos de raciocínio científico: dedução, indução e abdução
  • Correntes epistemológicas e modos de raciocínio na História do pensamento arqueológico: as Arqueologias Evolucionista, Histórico-Culturalista, Processualista, e Pós-Processualista e os seus contextos intelectuais.
  • O conceito de "paradigma científico" (sensu Kuhn) e a sua aplicação ao pensamento arqueológico: problemas e perspetivas;
  • O panorama intelectual e epistemológico da Arqueologia na atualidade: entre a diversidade e a investida neo-positivista.


Epistemologia e Arqueologia (2)

26 Setembro 2025, 14:00 Francisco João Bentes Gomes

As particularidades da Arqueologia enquanto disciplina científica: o objeto de estudo (2).
  • O problema da subdeterminação e da equifinalidade na interpretação do registo arqueológico;
  • A qualidade dos dados e as fontes da subdeterminação: escopo dos dados; intervalo de amostragem; resolução dos dados; dimensionalidade;
  • Cepticismo e relativismo: o problema dos standards de prova na investigação arqueológica;
  • O paradoxo temporal dos dados arqueológicos e as suas implicações.
As particularidades da Arqueologia enquanto disciplina científica: o enquadramento institucional
  • As origens múltiplas da Arqueologia e as suas implicações na identidade da disciplina;
  • A Arqueologia na Arquitetura dos Saberes das Duas Culturas (Snow) às Três Culturas (Kagan);
  • Arqueologia, Humanidades, Ciências Sociais... e Ciências Naturais?
  • O enquadramento institucional da praxis arqueológica para lá do âmbito académico: uma governança fragmentada