Antoninos e Severos: os imperadores provinciais e a construção da monarquia.
7 Abril 2022, 09:30 • Rodrigo Furtado
I. A resolução do problema da sucessão?
1. Por que razão a subida ao poder de Nerva marca definitivamente a existência do Principado?
2. A adopção de Trajano: motivos; um lobby hispânico?
3. A estranha adopção de Adriano: uma tomada de poder? O papel de Plotina.
4. Adriano (117-138) e a preparação da sucessão: O que nos diz isto sobre o regime?
5. A sucessão de Antonino Pio (138-161): Marco Aurélio, cônsul em 140, com 19 anos; tem poder tribunício e imperium proconsulare maius desde 147; Lúcio Vero, cônsul em 154, com 24 anos.
6. A primeira bicefalia? De facto, não. Marco Aurélio (147/161-180) e Lúcio Vero (161-169).
7. A sucessão de Cómodo: César, com 5 anos, em 166 e Augusto em 177. O primeiro nascido na púrpura.
II. Os Severos: pólos do poder em confronto.
- Após Cómodo (192): Pertinaz, Dídio Juliano, Septímio Severo, Pescénio Nigro, Clódio Albino.
- A monarquia hereditária:
1. adopção de Septímio Severo + novo nome de Bassiano + divinização de Cómodo;
Bassiano = Marco Aurélio = Caracala
Geta
a sucessão: Caracala (César 196; Augusto 198); Geta (César 198; Augusto 209);
2. Júlia Domna: Augusta; Pia, Felix, mater Augustorum, mater castrorum, mater senatus