Sumários
Realização do teste de avaliação final
6 Janeiro 2025, 14:00 • Maria Madalena Coelho da Mota de Brito Colaço Belo
Realização do teste de avaliação final.
Movimento wh
16 Dezembro 2024, 14:00 • Maria Madalena Coelho da Mota de Brito Colaço Belo
1. Restrições ao movimento wh: o conceito de ‘ilha’. Apresentação ilustrativa de alguns tipos de ilhas.
2. Particularidades do movimento wh:
2.1. Distinção entre movimento ‘overt’ e movimento ‘covert’.
2.2. O movimento wh longo como movimento cíclico: argumentos empíricos; motivação para o movimento.
2.3. Wh ‘in situ’ em interrogativas wh múltiplas. Explicação para as diferenças entre línguas: Adger (2013), explicação a partir da força do traço [Q]; Pesetsky (2000), explicação a partir da ideia de ‘potencial de especificador’ de C.
Construções interrogativas wh – Propriedades gerais e distinções fundamentais
9 Dezembro 2024, 14:00 • Maria Madalena Coelho da Mota de Brito Colaço Belo
1. Os traços do núcleo C: motivação para o traço [clause-type] e para o traço [wh].
2. Construções interrogativas wh – Propriedades gerais e distinções fundamentais:
2.1. Tipologia de frases interrogativas – interrogativas globais ou de sim/não, interrogativas tag, interrogativas de instanciação ou wh.
2.2. Distinção entre interrogativas wh ‘D-linked’ e interrogativas wh não ‘D-linked’ (Pesetsky, 1988, 2000).
2.3. Distinção entre interrogativas com o constituinte wh ‘in situ’ e interrogativas com o constituinte wh ‘ex situ’.
2.4. Distinção entre interrogativas wh ‘típicas’ e interrogativas wh eco.
2.5. Distinção entre interrogativas wh com fronteamento múltiplo e interrogativas wh sem fronteamento múltiplo.
2.6. Inversão do sujeito em interrogativas wh. A distinção de Âmbar (1992) entre diferentes tipos de constituintes wh: relação entre o grau de referencialidade e a obrigatoriedade (ou não) de inversão.
O domínio CP
2 Dezembro 2024, 14:00 • Maria Madalena Coelho da Mota de Brito Colaço Belo
1. Ainda sobre a análise das construções passivas: (i) justificações possíveis para a concordância com o particípio que se verifica em línguas como o português; (ii) a ordem de palavras que se observa nas passivas impessoais como resultado de movimento do verbo.
2. O domínio CP: (i) argumentos para a consideração do núcleo C; (ii) argumentos para a consideração de uma posição de especificador de C.
Nota:
Foi combinado com os alunos que o Exercício 7, para avaliação, deverá ser enviado à docente até ao dia 23 de dezembro.
A estrutura sintática das construções passivas participiais eventivas
25 Novembro 2024, 14:00 • Maria Madalena Coelho da Mota de Brito Colaço Belo
1. Realização de exercícios sobre a matéria lecionada.
2. A estrutura sintática das construções passivas participiais eventivas:
2.1. A análise de Jaeggli (1986): aborção do papel temático externo; absorção do caso acusativo; motivação para o movimento do argumento interno. Problemas face ao princípio da Uniformidade da Atribuição de Papéis Temáticos (Uniformity of Theta Assignment Hypothesis, UTAH), de Baker (1988).
2.2. A análise de Adger (2003): a projeção funcional PassP; propriedades do núcleo Pass e do núcleo v.
2.3. A análise de Collins (2005): as projeções funcionais PartP e VoiceP; condições de localidade e efeitos de intervenção – o movimento de PartP e o efeito de smuggling. Condições estruturais de verificação do traço de caso do argumento interno. A possibilidade de movimento remnant de PartP em construções passivas ditransitivas.