Sumários

Iniciação à investigação: as fontes em História; a revisão da literatura; a pesquisa em bibliotecas, arquivos e plataformas digitais

25 Março 2025, 15:30 Maria Alexandre Lousada

Iniciação à investigação: as fontes em História; a revisão da literatura; a pesquisa em bibliotecas, arquivos e plataformas digitais.


Como construir um projecto de investigação.

6 Março 2025, 15:30 Maria Alexandre Lousada

Como construir um projecto de investigação. Convidada: a doutoranda Elisa Fauth de Motta


A arte de navegar na Época dos Descobrimentos

21 Fevereiro 2025, 12:30 Ângela Vieira Domingues

Os pilotos: homens sem instrução formal, mas com conhecimentos práticos. A navegação: rumo e estima; uso de instrumentos náuticos, as cartas portulano e as linhas de rumos, escalas de distâncias e cálculos, Ferramentas da arte de navegar; bússolas, cartas portulano, roteiros ou portulanos. A navegação astronómica como um processo inicialmente desenvolvido pelos portugueses. Os cálculos das longitudes. Os condicionalismos de navegação no Atlântico: sistemas de ventos e correntes. A cosmologia e os regimentos de navegação. Os instrumentos: quadrantes, balestilhas, astrolábios náuticos, bússolas, compassos (aula ministrada por António Costa Canas).


Fontes: Afonso X, o Sábio, Rege Montano, Copérnico, Tycho Brahe, João de Lisboa, Livro de Marinharia; Regimento do Norte e Regimento do Cruzeiro do Sul


A abertura do mundo: viagens marítimas e a incorporação do Atlântico Sul nos horizontes mentais dos portugueses

19 Fevereiro 2025, 12:30 Ângela Vieira Domingues

A incorporação gradual do Atlântico no horizonte mental dos portugueses e as viagens marítimas ibéricas. Alterações cartográficas e de representação do globo. As alterações científicas e tecnológicas; os utensílios náuticos. A participação de novos estratos sociais e profissionais na expansão ibérica: a componente humana da expansão portuguesa. 


Representações ibéricas da China no séc. XVI

14 Fevereiro 2025, 12:30 Ângela Vieira Domingues

O mapeamento dos percursos da informação  sobre a China e a sua disseminação na Península Ibérica. A existência de dois espaços privilegiados na absorção de conhecimento: Malaca e Macau (para Portugal) e Manila (para a Espanha). Os circuitos de circulação da informação: 1. Guang Dong - Macau - Malaca - Goa ou Cochim - Lisboa; 2. Fujian - Manila - México - Espanha. Roma como local de concentração deste conhecimento e centro decisório ligado à presença missionária e ao exercício do poder político. As mercadorias orientais: tecidos, sedas, porcelanas. Num primeiro momento, a valorização da informação de natureza prática e útil, transportada por mercadores e marinheiros; num segundo momento, a embaixada a Pequim de 1517-18. A prisão domiciliária dos embaixadores Tomé Pires e Fernão Tomé de Andrade e a observação de outras realidades chinesas: a política, a sociedade, os costumes, as cidades, a socialidade, a língua e o vocabulário. Um espaço civilizacional sofisticado e complexo que pode concorrer com o europeu. A intensificação da presença mercantil e infiltra-se em circuitos comerciais do interior da China. Um terceiro momento é constituído pela presença missionária na China; missionários e mercadores e a circulação do conhecimento até Lisboa e de Lisboa para a Europa. Lisboa como polo receptor de novidades sobre a China e ponto de transmissão e alteração da informação . Uma breve comparação com Espanha (aula ministrada por Pedro Lage Correia)


Fontes: Planisfério dito de Cantino (c. 1502); Tomé Pires, Suma Oriental; Cartas dos cativos de Cantão; Frei Gaspar da Cruz, Tratado das coisas da China (1569); João de Barros; Livro de cosmografia dos Chins; Juan Gonzalez de Mendoza (OSA), Historia del Gran Reyno de la China (1585)

Autores: Juan Gil