Sumários
Os documentos não são história, mas não há história sem documentos
25 Fevereiro 2026, 12:30 • Ângela Vieira Domingues
Fontes primárias para o estudo das comunidades indígenas em torno do Atlântico: arquivos, documentos, as monarquias ibéricas como centralizadoras e produtoras de informação. Os documentos como instrumentos de poder que espelham a ordem colonial. A correspondência entre textos, imagens e objetos.
O Plano Joanino das Índias e a ideia imperial manuelina
20 Fevereiro 2026, 12:30 • Ângela Vieira Domingues
Apresentação de uma bibliografia comentada sobre o tema: a importância dos estudos de Luiz Filipe Thomas e Sanjay Subrahmanyam. As Índias: geografias, conceitos, imprecisões. O Preste João das Índias como ideia presente no século XV e como incentivo à expansão henriquina, afonsina e joanina. A ideia imperial de D. João II: a Europa, a África e a Ásia na estratégia do Príncipe Perfeito: bulas e tratados, comercio e navegação. As viagens de Afonso de Paiva e Pero da Covilhã. A ideia de Cruzada e quando os lucros comerciais e o proveito não se opõem à honra. Os modelos de estabelecimento dos portugueses no Oriente: enclaves e feitorias comerciais. As crónicas e a economia da graça ou da mercê. Os equívocos de Vasco da Gama. As armadas. D. Francisco de Almeida. Afonso de Albuquerque, o Terrível, e uma visão diferente da presença dos portugueses na Índia: a tomada de Goa, Ormuz e Malaca, eixos estruturantes da presença portuguesa no Oriente. A adaptação portuguesa ao Índico e ao Oriente: presas e capturas, navios, comércio de porto em porto, mestiçagem e a informalidade e autonomia do Império Sombra. (aula ministrada por Manuel Lobato)
Pensar a expansão portuguesa: como fazer a sua história.
13 Fevereiro 2026, 12:30 • Ângela Vieira Domingues
Os conceitos utilizados na História dos Descobrimentos e da Expansão: colonização, expansão, colonialismo, império. Definição e diferenças.
Princípios metodológicos para a realização de um trabalho de
investigação: a importância da escolha do tema; a delimitação espacial e
cronológica; a preocupação com a utilidade social do tema; a compreensão dos
fenómenos no tempo e a flexibilidade cronológica quando se trata de temas
sociais e religiosos; a importância da bibliografia; a investigação nos
arquivos; a objetividade científica; escrever um trabalho científico: claro,
objetivo, direto e não tendencioso ou manipulador, frases curtas e escritas de
forma correta.; a utilização das referências bibliográficas e das notas de pé
de página como uma forma de fundamentação das afirmações. A incorporação dos
povos nativos nas novas narrativas da história da expansão. "O documento
não é história, mas não há história sem documentos” (aula ministrada por Artur
Teodoro de Matos).
Os autores: Alexandre Herculano, Armando Cortesão, Jaime
Cortesão, Duarte Leite, Damião Peres
As instituições: Instituto de Investigação Científica
Tropical, Universidade Nova de Lisboa, Instituto de Estudos de Além-Mar/Centro
de Estudos de Além-Mar (CHAM)
Aula de apresentação do seminário História dos Descobrimentos e da Expansão Portuguesa. O conceito. Os critérios de avaliação
11 Fevereiro 2026, 12:30 • Ângela Vieira Domingues
A organização do seminário: aulas teóricas, teórico-práticas e atendimento individual. A planificação das aulas: os temas e os convidados.
A avaliação: apresentação de trabalho escrito e apresentação
oral; assiduidade; participação nas aulas
Regras do trabalho 1. trabalho escrito: ficheiro WORD;
10-15 pp.; TimesNewRoman, formato 12, espaçamento 1 1/2; inclui leituras
bibliográficas e notas de pé-de-página; paginação no final da
pág.; 2. apresentação oral: com PPT facultativo, c. 20m + 10 m para
esclarecimentos/comentários
Data de entrega: até 01 de Junho.