Sumários

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18 Março 2026, 17:00 • Maria Clara Ferreira de Almeida Saraiva

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11 Março 2026, 17:00 • Maria Clara Ferreira de Almeida Saraiva

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Raça, racialismo, racismo e “lusotropicalismo”

4 Março 2026, 17:00 • Maria Clara Ferreira de Almeida Saraiva

Nesta aula discutiremos o legado do escravismo no Brasil e as desigualdades estruturais racializadas numa perspectiva comparativa; discutiremos também teorias racialistas em voga entre cientistas brasileiros do século XX, a ideologia do "branqueamento", e as doutrinas do lusotropicalismo. 


Apresentação da cadeira. Apresentação do Programa e Introdução à Antropologia no Brasil . A Casa de D. Encrenca

25 Fevereiro 2026, 17:00 • Maria Clara Ferreira de Almeida Saraiva

 Apresentação da cadeira. Apresentação do Programa e Introdução à Antropologia no Brasil

 Docente Convidado: João Pina Cabral: A Casa de D. Encrenca

Esta aula assenta sobre material etnográfico recolhido entre 2004 e 2011 na

zona de mangue costeiro do Baixo Sul da Bahia (NE Brasil). Parto inicialmente de

uma descoberta singular: que existe um isomorfismo entre o sistema (informal) de

posse da terra e as formas dominantes de conjugalidade nesta região. Esta

semelhança radica na longa história do Brasil, mas ela encontra o seu ponto de

mediação na casa—a unidade residencial predominante—e nas relações conjugais,

cujo tom característico nesta região é um de independência individual.


Apresentação da cadeira. Apresentação do Programa e Introdução à Antropologia no Brasil. A Casa de D. Encrenca

11 Fevereiro 2026, 17:00 • Maria Clara Ferreira de Almeida Saraiva

 Apresentação da cadeira. Apresentação do Programa e Introdução à Antropologia no Brasil

 Docente Convidado: João Pina Cabral: A Casa de D. Encrenca

Esta aula assenta sobre material etnográfico recolhido entre 2004 e 2011 na

zona de mangue costeiro do Baixo Sul da Bahia (NE Brasil). Parto inicialmente de

uma descoberta singular: que existe um isomorfismo entre o sistema (informal) de

posse da terra e as formas dominantes de conjugalidade nesta região. Esta

semelhança radica na longa história do Brasil, mas ela encontra o seu ponto de

mediação na casa—a unidade residencial predominante—e nas relações conjugais,

cujo tom característico nesta região é um de independência individual.