Sumários
Elites imperiais, elites locais, hierarquias sociais; a monarquia e as identidades
27 Outubro 2025, 18:00 • Miguel Alexandre Dantas da Cruz
Aula dedicada ao tema das elites na América Portuguesa. Discutiu-se o ethos nobiliárquico português e sua adaptação cenários imperiais. Revisitou-se taxinomias e a difusão dos símbolos de distinção social, bem como o seu significado para a conformação das hierarquias. Falou-se ainda da importância do exercício de cargos camarários para a sedimentação de elites locais.
Economia açucareira e esclavagismo
20 Outubro 2025, 18:00 • Miguel Alexandre Dantas da Cruz
Aula dada pela Professora Joana Fraga. Discutiu-se as guerras pelo açúcar e o impacto do açúcar na Restauração portuguesa.
As populações ameríndias e os europeus.
13 Outubro 2025, 18:00 • Miguel Alexandre Dantas da Cruz
Aula dada pela professora Ângela Dominges. Apresentação de um amplo panorama da historiografia sobre as populações ameríndias no Brasil (séc. XVI-XVIII). Foram discutidos os seguintes tópicos: 1) grupos étnicos e suas fronteiras: diversidade étnica, linguística e dispersão populacional; 2) os “índios” no império português: conquista do Sul da América; guerras indígenas/guerras coloniais; classificação étnica e hierarquização social; 3) colonização e políticas indigenistas/indígenas; 4) dominação/aculturação/resistências; 5) revisões historiográficas.
As instituições
6 Outubro 2025, 18:00 • Miguel Alexandre Dantas da Cruz
Aula dada pela professora Joana Fraga, e dedicada à geografia política e às instituições da América Portuguesa entre os séculos XVII e XVIII, com destaque para o papel das câmaras municipais. Foi também aflorada a questão da comunicação política entre Portugal e o Brasil e as dinâmicas de circulação no império português.
Guerra, diplomacia, tratados e fronteiras.
29 Setembro 2025, 18:00 • Miguel Alexandre Dantas da Cruz
Aula dada pelo Professor José Damião Rodrigues. Centrou-se na forma como a guerra, a diplomacia e os tratados modelaram as fronteiras mas também o dia a dia do Brasil colonial. Este era, afinal, o território mais valorizado pela monarquia, que tudo fez para o proteger e alargar.