Sumários

Génese da arquitectura bizantina

29 Março 2021, 09:30 Joaquim Manuel Rodrigues dos Santos

A divisão definitiva do Império Romano em 395, depois da morte do imperador Teodósio I, nas partes ocidental e oriental. As invasões dos povos germânicos no séc. V e a queda do Império Romano do Ocidente em 476, por oposição à prosperidade e expansão do Império Romano do Oriente – doravante designado como Império Bizantino – sob o reinado do imperador Justiniano I, que reconquistou vastos territórios nas margem do Mediterrâneo (Península Itálica, sul da Península Ibérica e Norte de África). O crescente processo de divisão do Cristianismo, que deflagrou no cisma religioso concretizado em 1054 e levou à separação da Igreja Católica e da Igreja Ortodoxa; a independência política do Papa em Roma, e a submissão do Patriarca de Constantinopla perante a união dos poderes espiritual e secular do imperador bizantino. As confirmação de Constantinopla como “Nova Roma” pelos imperadores Teodósio I e Teodósio II: obras públicas (Fórum de Teodósio, muralhas de Constantinopla) e monumentos públicos (obeliscos, arcos triunfais). A mudança de paradigma de Constantinopla como “Nova Jerusalém” sob a égide do imperador Justiniano I: obras públicas na Primeira Idade de Ouro da arte bizantina (Palácio Imperial de Justiniano, Cisterna da Basílica, Coluna de Justiniano). A Basílica de Santa Sofia como expoente máximo da arquitectura bizantina, com repercussões futuras. As obras em Ravena, capital do Exarcato bizantino: Basílica de Santo Apolinário em Classe como continuação do modelo basilical, e Igreja de São Vital no seguimento das plantas centradas circulares ou poligonais.


Pintura e escultura paleocristã

23 Março 2021, 12:30 Joaquim Manuel Rodrigues dos Santos

A produção pictórica paleocristã: pintura mural, miniatura ou iluminura, e mosaico. As pinturas murais nas catacumbas de Roma: razões para o surgimento das catacumbas e os rituais funerários conotados com a vida no Além. A adopção da cruz e a evocação da cúpula celeste. Catacumbas de Priscila, dos Santos Marcelino e Pedro, de Calisto, de São Sebastião e de Comodila como paradigmas da pintura mural paleocristã. A passagem da mensagem escrita cristã do papiro para o pergaminho e o advento das iluminuras cristãs. O Códice Génesis, o Códice Sinopensis e o Códice Purpureo. O mosaico romano de tesselas pétreas e o mosaico paleocristão de tesselas de paste de vidro: a vibrância da cor e do brilho reflectindo a luz. A desmaterialização dos interiores das igrejas paleocristãs, a ilusão da irrealidade e os intuitos de catequização visual: mosaicos nas ábsides, nos arcos triunfais e nos clerestórios. A temática dos mosaicos paleocristãos: temas do Antigo Testamento, do Novo Testamento, os Quatro Evangelistas (tetramorfo) e os santos/bispos. A Igreja de Santa Constança em Roma, a Basílica de Aquileia, a Basílica de Santa Pudenciana em Roma, a Basílica de São Lourenço em Milão, a Basílica de Santa Maria Maior em Roma e a Basílica dos Santos Cosme e Damião em Roma. A evolução dos baixo-relevos paleocristãos na tumulária: representação numa faixa, representação em duas faixas, concepção arquitectónica  com cenas isoladas em duas faixas, e concepção arquitectónica com nichos abrigando figuras isoladas. A tentativa de retoma da estética clássica como tentativa de humanizar a doutrina cristã e como intento de adoptar a simbologia imperial romana. A escultura em mármore: bustos civis como continuação da estética tardo-romana. As placas relevadas em marfim.


Pintura e escultura paleocristã

23 Março 2021, 11:00 Joaquim Manuel Rodrigues dos Santos

A produção pictórica paleocristã: pintura mural, miniatura ou iluminura, e mosaico. As pinturas murais nas catacumbas de Roma: razões para o surgimento das catacumbas e os rituais funerários conotados com a vida no Além. A adopção da cruz e a evocação da cúpula celeste. Catacumbas de Priscila, dos Santos Marcelino e Pedro, de Calisto, de São Sebastião e de Comodila como paradigmas da pintura mural paleocristã. A passagem da mensagem escrita cristã do papiro para o pergaminho e o advento das iluminuras cristãs. O Códice Génesis, o Códice Sinopensis e o Códice Purpureo. O mosaico romano de tesselas pétreas e o mosaico paleocristão de tesselas de paste de vidro: a vibrância da cor e do brilho reflectindo a luz. A desmaterialização dos interiores das igrejas paleocristãs, a ilusão da irrealidade e os intuitos de catequização visual: mosaicos nas ábsides, nos arcos triunfais e nos clerestórios. A temática dos mosaicos paleocristãos: temas do Antigo Testamento, do Novo Testamento, os Quatro Evangelistas (tetramorfo) e os santos/bispos. A Igreja de Santa Constança em Roma, a Basílica de Aquileia, a Basílica de Santa Pudenciana em Roma, a Basílica de São Lourenço em Milão, a Basílica de Santa Maria Maior em Roma e a Basílica dos Santos Cosme e Damião em Roma. A evolução dos baixo-relevos paleocristãos na tumulária: representação numa faixa, representação em duas faixas, concepção arquitectónica  com cenas isoladas em duas faixas, e concepção arquitectónica com nichos abrigando figuras isoladas. A tentativa de retoma da estética clássica como tentativa de humanizar a doutrina cristã e como intento de adoptar a simbologia imperial romana. A escultura em mármore: bustos civis como continuação da estética tardo-romana. As placas relevadas em marfim.


Génese da cultura visual cristã

22 Março 2021, 09:30 Joaquim Manuel Rodrigues dos Santos

Iconoclastia versus iconofilia no Cristianismo inicial: as fundamentações teóricas. As imagens de Deus como Deus-Pai (Mão de Deus), e as imagens-signo (cruz, monograma de Cristo, peixe, cordeiro e pomba)) e metáforas visuais de Deus-Filho (Bom Pastor, Verdadeiro Filósofo). Os ícones como representação da mensagem cristã e o seu aparecimento (ícones de deuses pagãos, retratos civis e retratos imperiais). As imagens memorativas, de culto e votivas. As influências pagãs: vitórias/anjos, cupidos/putti, orantes, iconografia mariana, ascensão, pose em majestade ou entronizado.


Arquitectura paleocristã no império

16 Março 2021, 12:30 Joaquim Manuel Rodrigues dos Santos

A Roma pós-constantiniana: o renascimento clássico promovido pelo imperador Juliano, o Apóstata (o Porticus Deorum Consentium e o Templo de Saturno em Roma). A expansão do cristianismo pelo império romano e a elevação a religião oficial pelo imperador Teodósio em 380. A divisão definitiva do império em 395 (parte oriental com capital em Constantinopla e parte ocidental com capital em Milão), após a morte de Teodósio. A romanização do cristianismo e a proliferação da construção de basílicas em Roma: as Basílicas Maiores e as Basílicas Menores. A Basílica de Santa Maria Maior, última grande basílica de Roma pertencente à Peregrinação das Sete basílicas de Roma. A Basílica de Santa Sabina como exemplo das basílicas menores paleocristãs de Roma, e a Igreja de São Jorge em Velabro como exemplo de basílica tardia carolíngia. Os edifícios religiosos cristãos de Mediolanum (Milão): Basílica de São Lourenço, Basílica dos Santos Apóstolos e Nazaro em Brolo. A terceira capital imperial romana no ocidente: Ravena (Basílica de São João Evangelista, Mausoléu de Gala Placídia. Constantinopla e o Mosteiro de São João, Precursor em Estúdio: o advento do monaquismo cristão. O Mosteiro de Santo Antão no Egipto, os eremitérios do Vale de Ihlara na Capadócia, o Mosteiro de São Simão Estilita em Alepo.