O Rosto como figura/ tropo do cinema
21 Setembro 2017, 10:00 • Fernando Guerreiro
1. Bela Balàzs ("O Homem Visível", 1924): o cinema visibiliza o rosto do homem e das coisas;
2. Do Plano ao Grande-Plano no cinema: 2.1. o GP do rosto - duas concepções: i) Bela Balàzs: do movimento à expressão; a microfisiognomia; visibilização do invisível; ii) Gilles Deleuze: o "rosto-tempo" e a "imagem-afecto"; 2.3. o GP como momento lírico/ afectivo (emocional) do filme (Balàzs, Epstein); lugar de interiorização/ subjectivação do real na imagem (Munsterberg); contemplação (stase), suspensão da acção e pleno do imaginário;
2.4. diversos casos de GP: sua função escópica e articulação narrativa ( exemplos).
Bibliografia: textos de B. Balàzs, J. Aumont e J. Epstein na Antologia