O rosto no cinema: a "diva"
26 Setembro 2017, 10:00 • Fernando Guerreiro
1. o cinema como "síntese" das artes (Canudo): a "obra de arte total" (Wagner): 1.1. a crítica de Pirandello ("Si Gira!", 1913(6)): a contaminação letal pelo mecânico e o duplo efeito de divisão e estranhamento na imagem; duplo exílio, de si e da situação (ao vivo) de representação; a produção de duplos, espectros (sombras), simulacros;
2. a "diva" como figura de síntese: 2.1. António Ferro ("As Grandes Trágicas do Silêncio", 1917): a "diva" como criação (ser) do cinema; 2.2. a figura do "actor": da imagem-movimento (cinema histórico) à imagem-tempo (contemplativa, es/xtática); o trabalho da "diva" entre a *Pose"("Atitude", Ferro) ("pathos" do melodrama, pantomina e escultura) e a figura dinêmica da linha arabesca (curva), serpentina (pintura, dança. música).
* projecção de "Danse Serpentine" (dos Lumière) e de um segmento do filme "Diva Dolorosa" de Peter Delpeut
Bibliografia: texto de A. Ferro na pasta da cadeira e texto de Angela Dalla Vacche na Antologia