Sumários

Atenas do século V

4 Novembro 2025, 14:00 Sofia Frade

O contexto político e cultural da Atenas do século V. 

As Grandes Dionisias e a tragédia. 


O Rei Édipo de Sófocles.

30 Outubro 2025, 17:00 Ana Maria dos Santos Lóio

Leitura comentada de excertos: momentos de ironia dramática; a figura de Jocasta (descrédito relativamente aos oráculos); a perseverança de Édipo na perseguição da verdade. A estatura de Édipo; a auto-descoberta e o impacte do conhecimento na cidade.

As reflexões propostas sobre as circunstâncias do agir humano e das consequências do limitado conhecimento humano.

 

Comentário dos seguintes passos:

25ss, 60ss (elogio de Édipo), 95ss (Creonte, resultado da consulta do oráculo), 138ss (ironia dramática), 225ss (edicto), 316ss (Tirésias: insolência de Édipo), 443ss ironia dramática),

639ss (conspiração de Creonte), 708ss (Jocasta, descrédito dos oráculos – 745ss descoberta), 980ss (arbitrariedade dos desígnios dos deuses),

1080ss (equívoco: origens), 1180ss (confirmação da descoberta), 1515ss (fim: nobreza de Édipo)

 

 

Bibliografia

 

·  Fialho, Mª Céu, Sófocles. Rei Édipo, introdução, tradução do grego e notas. Lisboa: Edições 70, 1997 (estudar a introdução).

·  Dawe, R. D., Sophocles. Oedipus Rex. Cambridge: Cambridge University Press, 1982 (Introduction).

·  Entradas pertinentes de P. Grimal, Dicionário da Mitologia Grega e Romana. Lisboa: Dífel, 2004.


Iconografia

30 Outubro 2025, 14:00 Sofia Frade

Iconografia de Augusto e os valores romanos


Troianas e Helena

30 Outubro 2025, 09:30 Ana Alexandra Alves de Sousa

Conclusão da análise de Troianas de Eurípides: os quadros de sofrimento individual e coletivo. O contexto sociopolítico da produção  da peça e os temas de reflexão nela propostos.

Início do estudo de Helena de Eurípides: a influência sofística na construção de antíteses e na exploração da palavra como expressão de realidade e de mentira.


Conclusão do estudo de Ésquilo, Oresteia.

28 Outubro 2025, 17:00 Ana Maria dos Santos Lóio

O contraste entre deuses primitivos ("antigos") e deuses olímpicos ("jovens").

 

O final da trilogia: a proposta de um novo mito fundacional para o areópago; a relevância da função de julgar os crimes de sangue.

A cidade de Atenas como garante de justiça.

Leitura e comentário de Euménides 746-925: o poder da palavra/ da persuasão, a inclusão e transformação das divindades primitivas na religiosidade de Atenas.

 

Bibliografia

 

· Pulquério, M. Ésquilo: Oresteia. Lisboa: Edições 70, 2018 (introdução)

· Raeburn, D. and Thomas, O., The Agamemnon of Aeschylus. A Commentary for Students. Oxford/New York: Oxford University Press, 2011 (Introduction).

· Rabinowitz, N. S., “Tragedy in Its Athenian Context”, Greek Tragedy. Oxford: Blackwell, 2008, 11-59.