Sumários
Crítica e oposição à Regeneração
12 Março 2026, 09:30 • Joana Gaspar de Freitas
Nesta aula, concluímos a atividade prática iniciada na aula anterior sobre grupos sociais e sociabilidades. Depois, abordámos a contestação ao modelo político e económico da Regeneração, falando sobre rotativismo parlamentar, partidos e caciquismo eleitoral, as Conferências do Casino, republicanismo e socialismo.
Grupos sociais, sociabilidades e cultura política
10 Março 2026, 09:30 • Joana Gaspar de Freitas
Esta aula foi dedicada às mudanças sociais introduzidas pelo Liberalismo em Portugal. Falámos sobre a importância da instrução pública e da difusão do ensino, assim como da imprensa, para a redefinição do espaço público e emergência de uma cultural política liberal, que foi reflexo também da afirmação de novos grupos sociais e novas sociabilidades. Através de um exercício de análise de fontes, os alunos discutiram a composição da sociedade portuguesas, as características e condições de vida dos diferentes grupos, bem como as continuidades e mudanças com o período anterior.
Regeneração: industrialização, território, transportes e comunicações
5 Março 2026, 09:30 • Joana Gaspar de Freitas
Nesta aula falámos sobre a política de melhoramentos materiais da Regeneração, abordando os investimentos feitos para dinamizar agricultura, comércio e indústria, através da criação de um ministério próprio e da aposta na criação de infraestruturas de apoio à circulação e comunicação. Analisámos o decreto-lei de criação do Ministério das Obras Públicas, Comércio e Indústria. Referimos as linhas gerais da industrialização em Portugal e suas limitações.
Regeneração: Estado, poder, cidadania e reformas
3 Março 2026, 09:30 • Joana Gaspar de Freitas
Nesta aula, analisámos os legados do liberalismo, do ponto de vista político e jurídico, redefinindo as relações entre o Estado, a sociedade e os indivíduos. Abordámos as relações entre o Estado e a Igreja, analisando o decreto-lei de 1834, de extinção das ordens religiosas, e sua justificação. Referimos como a Regeneração consolidou a reforma política e administrativa iniciada anteriormente, com as medidas de Mouzinho da Silveira e Joaquim Augusto de Aguiar. Falámos ainda das reformas administrativas, a nível central e local, destinadas a reforçar o poder do Estado, a consolidar a máquina burocrática, a racionalizar e uniformizar de medidas e procedimentos. Por fim, analisámos as condições necessárias (censitárias e capacitárias) para o exercício da "cidadania liberal", verificando quem podia votar, segundo a legislação da época.
Contra-revolução, guerra civil e instabilidade
26 Fevereiro 2026, 09:30 • Joana Gaspar de Freitas
Abordámos nesta aula as diferenças entre a Constituição de 1822 e a Carta Constitucional de 1826, através de um exercício feito em grupo. Analisamos as razões que levaram D. Miguel ao trono e os argumentos usados para legitimar o seu direito de sucessão. Falámos da Guerra Civil e da Convenção de Évora Monte, mas sobretudo destacámos as dificuldades do regime constitucional e a instabilidade governativa que se seguiu à guerra, já que o novo sistema político não reunia o consenso da sociedade portuguesa.