Conclusão do estudo de Amores. A Arte de Amar na história da poesia didáctica.

9 Maio 2016, 10:00 Ana Maria dos Santos Lóio

Análise do poema Amores 3.15: a tradição grega dos epigramas de homenagem a poetas; as aspirações do poeta; a última elegia como sphragis ("selo").

A Arte de Amar na poesia didáctica greco-latina.

A experiência do amante: o poeta como ‘magister amoris’ na Arte de Amar.

Leitura e comentário de excertos: Ov. Ars 1.1-40 (prefácio), 753-770, 2.733-746 (selo do poeta); Ov. Ars 3.1-58 (prefácio da segunda parte), 3.329-348 (cultura da puella).

Problemas suscitados pela Arte de Amar: a "seriedade" da abordagem da poesia didáctica; um poema didáctico em dísticos elegíacos. 



BIBLIOGRAFIA

tradução:

C. André, Ovídio. Arte de Amar, Lisboa, 2006

(as traduções de Remedia Amoris e Medicamina serão fornecidas em aula)

 

Estudos:

- A.S. Hollis, Ars amatoria book 1, Oxford, 1977 [a 1.1-40, 1.397-434, 753-770]

- R. Gibson, “The Ars Amatoria”, in P. Knox (ed.), A Companion to Ovid, Chichester, 2009, 90-103

- R. Gibson, Ovid. Ars amatoria book 3, Cambridge, 2003 [a 3.1-58, 3.329-348]