I. Probabilidade - 2
12 Fevereiro 2021, 09:30 • António José Teiga Zilhão
Probabilidade - 3
3. O debate em torno da interpretação do conceito de probabilidade3.1. A interpretação possibilista de probabilidade (e.g., Laplace e os primeiros probabilistas)
3.1.1. Apresentação da definição possibilista de probabilidade
3.1.2. Problemas com a definição possibilista de probabilidade:
3.1.2.1. A dificuldade em encontrar uma fundamentação não circular para o princípio da razão insuficiente (equiprobabilidade das possibilidades últimas)
3.1.2.2. A dificuldade em fundamentar o requisito de que o número de possibilidades últimas tenha que ser finito.
3.2. A noção frequentista de probabilidade (e.g., von Mises)
3.2.1. Apresentação da definição frequentista de probabilidade
3.2.2. Problemas com a noção frequentista de probabilidade:
3.2.2.1. A dificuldade em encontrar uma fundamentação não circular para a atribuição de um qualquer conteúdo empírico a frases de atribuição de probabilidade a eventos definidos no âmbito de fenómenos de massa
3.2.2.2. A dificuldade em manter a consequência decorrente da noção frequentista de probabilidade de que qualquer atribuição de probabilidade a um caso singular teria que ser sem sentido.
3.3. A noção bayesiana ou subjectivista de probabilidade (e.g., Ramsey; de Finetti)
3.3.1. Apresentação da definição bayesiana ou subjectivista de probabilidade: a probabilidade como medida dos graus de crença de um agente
3.3.2. Proposições ou frases que atribuem o predicado 'é verdadeira' às proposições ou frases de uma linguagem proposicional L como os objectos sobre os quais os agentes têm graus de crença
3.3.3. Propriedades de graus de crença e abandono do recurso a uma ontologia conjuntista para a sua representação. A rescrita dos axiomas de Kolmogorov no âmbito de uma ontologia de proposições ou frases e de operações verofuncionais (negação, disjunção, conjunção, implicação e equivalência) sobre proposições ou frases.
3.3.4. Recondução dos graus de crença de um agente ao seu comportamento no âmbito de jogos de apostas. O grau de crença de um agente na verdade de uma proposição como a razão inversa de uma 'betting odd'. Diferentes modos de determinar o grau de crença de um agente em função dos diferentes papéis que ele se dispõe a assumir num jogo de apostas.