Sumários

sem aula

8 Janeiro 2025, 17:00 • Susana Dores de Matos Viegas

Esta UC tem só 10 aulas letivas, já que cada aula tem 3 horas, pelo que não existiu esta aula


Enunciado para trabalhos finais

18 Dezembro 2024, 17:00 • Susana Dores de Matos Viegas

Apresentação por email dos enunciados para temas do segundo trabalho


TRABALHO ESTUDOS BRASILEIROS: problemas críticos

Os alunos terão que escolher 1 entre as 3 questões seguintes e escrever o trabalho seguindo as normas indicadas no programa e a bibliografia aqui referida. No caso dos alunos quererem incluir bibliografia complementar devem consultar por email a coordenadora da cadeira para garantir que ela se adequa ao conteúdo programático. Este trabalho deve ter entre 4000 e 5000 palavras (excluindo bibliografia). Não serão aceites textos mais extensos do que o estipulado. A data limite para entrega do trabalho é dia 27 de Janeiro de 2025.

 

 

Trabalho Módulo 1

 

O lugar dos povos indígenas na construção do Brasil-nação e na política colonial tem sido visto por vários autores como um lugar de invisibilidade.

 

Comente de forma extensa esta afirmação tendo por base o texto de Manuela Carneiro da Cunha (2011) e de Pacheco de Oliveira (2016) sobre o esquecimento do índio nos ensaios que fundaram o Brasil-nação. Pode recorrer também ao documentário

 

Carneiro da Cunha, Manuela. 2011. “índios como tema do pensamento social no Brasil”. In Botelho, A. E Schwarz, L.M. (org). Agenda Brasileira: temas de uma sociedade em mudança. Companhia das Letras. São Paulo.

 

Oliveira, João Pacheco. 2016. “O nascimento do Brasil: revisão de um paradigma historiográfico”. O nascimento do Brasil e outros ensaios: "Pacificação", regime tutelar e formação de alteridades. Contracapa. Rio de Janeiro. pp. 45-74.

 

Oliveira, João Pacheco. 2016a. “As mortes do indígena no Império do Brasil: o indianismo, a formação da nacionalidade e seus esquecimentos”. O nascimento do Brasil e outros ensaios: "Pacificação", regime tutelar e formação de alteridades. Contracapa. Rio de Janeiro. pp. 75-116

 

As Guerras da Conquista 2019

Roteiro e Direção: Luiz Bolognesi Co-roteiro: Felipe Milanez

https://www.youtube.com/watch?v=VeMlSgnVDZ4

 

 

Trabalho Módulo 3

 

Os alunos devem fazer uma curta análise crítica de um filme discutido numa aula à luz dos textos recomendados na aula respetiva.

 

 O dilema brasileiro: A hora e vez de Augusto Madraga

O dilema causado pela constituição utópica do Brasil enquanto terra conquistada.

            Filme “A Hora e Vez de Augusto Madraga” https://youtu.be/ABk4KjGVnRc

Textos:

Pina-Cabral, João. 2007. “A pessoa e o dilema brasileiro: uma perspectiva anticesurista” Novos Estudos CEBRAP 78, pp. 95-112.

 

Texto original para o guião: Guimarães Rosa, João. 2001a. “A hora e vez de Augusto Matraga” in Sagarana, 239-271. Rio de Janeiro: Nova Fronteira.

 

 

Trabalho Módulo 4

Os espaços sociais no Brasil projetados no pensamento social são caracterizados a partir dos processos de exclusão social e demarcados geográfica e socialmente, tanto dentro do Brasil como dentro da cidade.

 

Comente de forma extensa esta afirmação tendo por base o texto de Candice Vidal e Souza (2011), de André Botelho (2012) e de Roberto da Matta (1997) sobre as complexidades várias das constituições deste espaço.

Souza, Candice Vidal e. 2011. “A Pátria Geográfica: o espaço vazio e a nacionalidade” In Custódia Selma Sena e Mireya Suarez (eds). 2011. Sentidos do Sertão. Goiania: Cânone Editorial, pp.211-238

 

Botelho, A. 2012. “Público e privado no pensamento social brasileiro.” In: André Botelho; Lília Moritz Schwarcz. (Org.). Público e privado no pensamento social brasileiro. 1ed.São Paulo: Claroenigma v. 1, p. 48-59.

 

Da Matta, Roberto. 1997. “ESPAÇO - Casa, rua e outro mundo: o caso do Brasil”.In A Casa e a Rua – espaço, cidadania, mulher e morte no Brasil. Rio de Janeiro. Zahar.

 


Fronteiras e entrelaçamentos urbanos

11 Dezembro 2024, 17:00 • Susana Dores de Matos Viegas

Conclusão do tema deste modulo sumariado anteriormente


Visionamento do filme Edifício Master e debate

 

Sugestão de textos para leitura

 

Velho, Gilberto (dir.). 1999. Antropologia Urbana – Cultura e Sociedade o Brasil e em Portugal. Rio de Janeiro: Jorge Zahar.

 



O Público e o Privado e os espaços sociais

4 Dezembro 2024, 17:00 • Susana Dores de Matos Viegas

Continuação do tema resumido no sumário anterior.


Da Matta, Roberto. 1997. A Casa e a Rua – espaço, cidadania, mulher e morte no Brasil. Rio de Janeiro. Zahar.

 

Botelho, A. 2012. “Público e privado no pensamento social brasileiro.” In: André Botelho; Lília Moritz Schwarcz. (Org.). Público e privado no pensamento social brasileiro. 1ed.São Paulo: Claroenigma v. 1, p. 48-59.

 

Texto complementar:

 

Freyre, Gilberto. 1963. Sobrados e Mucambos, decadência do patriarcado rural e desenvolvimento do urbano. Lisboa : Livros do Brasil.

 

 


Os espaços no projeto da nação moderna no Brasil

27 Novembro 2024, 17:00 • Susana Dores de Matos Viegas

Nestas aulas com um enfoque alargado nas ciências sociais, discutiremos a problemática dos espaços geográficos e sociais no Brasil, tendo o sertão e o urbano  como determinados territórios geográficos e sociais do Brasil que foram, a partir do final do século XIX, classificados sob a ótica dual do moderno e do tradicional, e quais foram as implicações destes imaginários para as configurações das cidades no país. Em seguida, veremos as interpretações sobre as definições de público e privado, centrais para a discussão sobre o urbano no Brasil

Textos para leitura prévia às aulas 

Souza, Candice Vidal e. 2011. “A Pátria Geográfica: o espaço vazio e a nacionalidade” In Custódia Selma Sena e Mireya Suarez (eds). 2011. Sentidos do Sertão. Goiania: Cânone Editorial, pp.211-238

 

Lima, Nísia Trindade. 2011. “Campo e cidade:veredas do Brasil moderno.” In: Botelho, André; Schwarcz, Lilia M. (Org.). Agenda brasileira: temas de uma sociedade em mudança. São Paulo: Companhia das Letras, 2011, v. , p. 69-78.

 

Texto complementar

 

Bentes, Ivana. 2007. “Sertões e Favelas no cinema brasileiro contemporâneo: estética e cosmética da fome.” Revista Alceu – v.8, n.15, p. 242-255.