Sumários

Os Lusíadas, cantos VII, VIII e IX.

25 Maio 2026, 11:00 Isabel Adelaide Penha Dinis de Lima e Almeida

Os Lusíadas, VII-IX:  euforia e disforia (retoma e desenvolvimento de tópicos explorados na aula anterior).
A presença portuguesa em Calecut: Os Lusíadas e a tradição historiográfica.
A transformação da figura de Vasco da Gama: o uso da palavra; promessa e dissimulação.
Comentário do discurso de vitupério (final do canto VIII).
O canto IX: o prémio e a censura (os casos das edições de 1584, 1597 e 1613). 

 


Os Lusíadas, cantos VII e VIII: euforia e vitupério.

20 Maio 2026, 11:00 Isabel Adelaide Penha Dinis de Lima e Almeida

Os Lusíadas, cantos VII-VIII: do discurso de louvor ao vitupério.
O intróito do canto VII: a eloquência da intertextualidade; a "pequena casa lusitana", a Europa e o mundo; "Serão dadas na terra leis milhores" (II, 46)/"de Cristo a lei / ... novo costume e novo rei" (VII, 15)?
O contacto com a Índia: tensões e conflitos; a personagem de Vasco da Gama e suas transformações; o poder do dinheiro, "que a tudo nos obriga" (VIII, 96).


Exercício escrito.

18 Maio 2026, 11:00 Isabel Adelaide Penha Dinis de Lima e Almeida

Realização do 2.º teste.


N.B.: Na ausência da docente (em mobilidade justificada), a vigilância da prova foi assegurada pela Professora Rita Patrício. 


O canto VI d'Os Lusíadas: para uma leitura da sua heterogeneidade.

13 Maio 2026, 11:00 Isabel Adelaide Penha Dinis de Lima e Almeida

N.B.: No dia 13 não houve aula, por ausência da docente, em mobilidade justificada. A aula de substituição foi desdobrada, em dois horários distintos (7.5.2026, 8h-9h30; 8.5.2026, 15h30-17h).

O canto VI d'Os Lusíadas: do laconismo das crónicas à exuberância do poema camoniano.
O concílio dos deuses marinhos: uma paródia do concílio dos deuses (I)? O lugar da graça e o valor da descrição. Camões e a "maneira" de Arcimboldo.
O episódio dos Doze de Inglaterra: o regresso de Veloso; um estranho narrador de histórias cavaleirescas? 
A tormenta e a afirmação de uma ideia de herói.


O canto VI d'Os Lusíadas: desafios de leitura.

11 Maio 2026, 11:00 Isabel Adelaide Penha Dinis de Lima e Almeida

O canto VI d'Os Lusíadas: retoma de questões tratadas na aula de substituição.
Camões, leitor de crónicas: o relato historiográfico e a invenção poética.
A construção do canto VI e seu efeito de heterogeneidade.
A tempestade marítima: comunicação entre épica e lírica (a propósito da elegia "O poeta Simónides falando"); para lá da experiência biográfica do autor, a importância da memória de Camões-leitor (entre clássicos e modernos); a força da natureza e a medida humana; a afirmação de uma ideia de herói (cf. final do canto VI)?