Sumários
Os cantos II e III d'Os Lusíadas: comparação.
18 Março 2026, 11:00 • Isabel Adelaide Penha Dinis de Lima e Almeida
Desenvolvimento do trabalho da aula anterior: a arquitectura do canto II e a eloquência da antítese; o conflito e a festa.
A "máquina" do poema: reflexão sobre o intróito do canto III.
Narrar a história de Portugal: a suspensão da intriga mitológica e a valorização da Fortuna.
O canto II d'Os Lusíadas: o texto e a sua recepção.
16 Março 2026, 11:00 • Isabel Adelaide Penha Dinis de Lima e Almeida
O canto II d'Os Lusíadas: a arquitectura do texto.
O todo e as partes: a relação entre o plano histórico e a fábula mitológica.
Vénus no canto II d'Os Lusíadas: formas de recepção do poema; edição e censura.
O começo da narração e seu desenvolvimento no canto I d'Os Lusíadas.
11 Março 2026, 11:00 • Isabel Adelaide Penha Dinis de Lima e Almeida
In medias res: o princípio da narração n'Os Lusíadas.
Lugar e valor da mitologia no poema épico de Camões. A leitura de António José Saraiva.
A história da viagem: encontros e desencontros - representações, desafios de leitura.
O proémio d'Os Lusíadas (desenvolvimento)
9 Março 2026, 11:00 • Isabel Adelaide Penha Dinis de Lima e Almeida
Desenvolvimento do trabalho da aula anterior: o poeta e a melancolia.
A dedicatória a D. Sebastião: "a maravilha fatal da nossa idade"; a relação com o rei de "tenro gesto"; o valor atribuído ao poema.
O proémio d'Os Lusíadas.
4 Março 2026, 11:00 • Isabel Adelaide Penha Dinis de Lima e Almeida
O proémio d'Os Lusíadas: a imitatio/aemulatio da Eneida de Virgílio; processos de amplificação (hipertrofia e inversão).
"Engenho e arte", "engenho ardente", "fúria": questões poéticas e filosóficas; sinais de uma gradação?
Da exaltação dos "barões assinalados" (I, 1) à pergunta inquieta sobre a fragilidade do "bicho da terra" (I, 106): euforia e tristeza na épica de Camões.