Sumários
O canto V d'Os Lusíadas.
22 Abril 2026, 11:00 • Isabel Adelaide Penha Dinis de Lima e Almeida
A voz do Velho do Restelo e a celebração da aventura no início do canto V.
Geometrias poéticas: as cem estrofes do canto V e o teor da estrofe 50.
O valor dos nomes: engano e revelação.
O canto V d'Os Lusíadas: a assimilação de novo conhecimento e novas formas de discurso.
As viagens oceânicas e a "medida do mundo". A transformação da cartografia no século XVI.
O Velho do Restelo: um desafio hermenêutico.
20 Abril 2026, 11:00 • Isabel Adelaide Penha Dinis de Lima e Almeida
Análise e comentário das estrofes finais do canto IV.
O pathos das despedidas: a multiplicação de vozes; figuras anónimas, figuras emblemáticas.
O Velho "de aspeito venerando": a construção da personagem; ethos e discurso.
A evocação do mito de Prometeu e os ecos agostinianos observáveis no texto de Camões: sinais de uma visão do mundo.
Épico e contra-épico. O Velho do Restelo e a criação de um "desafio hermenêutico" (cf. Vítor M. Aguiar e Silva).
A questão onomasiológica: os nomes enganam?
O canto V e a exaltação do descobrimento.
O canto IV d'Os Lusíadas.
15 Abril 2026, 11:00 • Isabel Adelaide Penha Dinis de Lima e Almeida
Relações estreitas: os cantos III e IV d'Os Lusíadas.
Uma leitura da História: entre tormenta e bonança; tensões com Castela; a marca da Fortuna e da Providência.
O texto camoniano e seu tratamento nas edições e traduções quinhentistas: metamorfoses da narrativa da batalha de Aljubarrota.
D. João II e D. Manuel no canto IV d'Os Lusíadas: a eloquência dos contrastes.
O episódio de Inês de Castro no canto III d'Os Lusíadas.
13 Abril 2026, 11:00 • Isabel Adelaide Penha Dinis de Lima e Almeida
Inês de Castro: história e mito. Dos túmulos de Alcobaça à tradição historiográfica e poética.
História e Fortuna n'Os Lusíadas.
O "caso triste, e dino da memória / Que do sepulcro os homens desenterra": contar, representar; relações entre épico e trágico.
Os Lusíadas e a História: cantos III e IV.
8 Abril 2026, 11:00 • Isabel Adelaide Penha Dinis de Lima e Almeida
Os Lusíadas e a História.
Poesia e História, segundo Aristóteles.
O cronista como arquitecto; a questão da "verdade": João de Barros e a explicitação de um programa de escrita.
Ariosto, uma voz iconoclasta? Seu possível reflexo no poema épico de Camões.
A construção da narrativa da história de Portugal, n'Os Lusíadas. O lugar de Deus e da Fortuna.
Mudanças e contrastes: a representação da figura de D. Teresa e a reacção de comentadores.
O texto d'Os Lusíadas (1572) e o texto do manuscrito de Pedro Coelho.
O problema do juízo sobre a História: olhar subjectivo, avaliação relativa.