Sumários
O proémio d'Os Lusíadas (desenvolvimento)
9 Março 2026, 11:00 • Isabel Adelaide Penha Dinis de Lima e Almeida
Desenvolvimento do trabalho da aula anterior: o poeta e a melancolia.
A dedicatória a D. Sebastião: "a maravilha fatal da nossa idade"; a relação com o rei de "tenro gesto"; o valor atribuído ao poema.
O proémio d'Os Lusíadas.
4 Março 2026, 11:00 • Isabel Adelaide Penha Dinis de Lima e Almeida
O proémio d'Os Lusíadas: a imitatio/aemulatio da Eneida de Virgílio; processos de amplificação (hipertrofia e inversão).
"Engenho e arte", "engenho ardente", "fúria": questões poéticas e filosóficas; sinais de uma gradação?
Da exaltação dos "barões assinalados" (I, 1) à pergunta inquieta sobre a fragilidade do "bicho da terra" (I, 106): euforia e tristeza na épica de Camões.
Os Lusíadas em contexto.
2 Março 2026, 11:00 • Isabel Adelaide Penha Dinis de Lima e Almeida
Camões, entre antigos e modernos.
Os Lusíadas (1572): características da edição; texto e paratextos.
Exercício de comparação textual: a proposição d'Os Lusíadas e a proposição da Eneida, de Orlando Furioso, do Sucesso do Segundo Cerco de Diu e de La Araucana.
Introdução à leitura d'Os Lusíadas.
25 Fevereiro 2026, 11:00 • Isabel Adelaide Penha Dinis de Lima e Almeida
O horizonte poético de Camões: livros e leituras possíveis numa vida "pelo mundo em pedaços repartida".
Os Lusíadas e sua génese: hipóteses de trabalho.
A épica e seus modelos, entre c. 1550 e 1571: controvérsias; sinais e transformações.
Antes e depois do tempo vivido na Índia: Camões, contemporâneo de Alonso de Ercilla e de Jerónimo Corte-Real; Os Lusíadas, La Araucana e o Sucesso do Segundo Cerco de Diu.
Introdução ao estudo d'Os Lusíadas.
23 Fevereiro 2026, 11:00 • Isabel Adelaide Penha Dinis de Lima e Almeida
Retoma do trabalho da aula anterior: para uma caracterização da poética quinhentista (o valor da arte e do engenho; a importância da imitação).
Um horizonte de expectativa: o interesse pela celebração heróica em textos do século XVI (os casos do Cancioneiro Geral, de Garcia de Resende, da Crónica do emperador Clarimundo, de João de Barros, e da Ode I de António Ferreira).