Sumários
Conclusão do estudo da obra "A Ideia de Cultura", de Terry Eagleton, e início do estudo da obra "Ecce Homo", de F. Nietzsche.
11 Novembro 2025, 14:00 • Ricardo Gil Soeiro
Conclusão do estudo da obra A Ideia de Cultura, de Terry Eagleton. Início do estudo da obra Ecce Homo, de F. Nietzsche.
Como circulava a informação antes da invenção dos atuais meios de comunicação social?
10 Novembro 2025, 12:30 • Filipa Araújo
A origem da imprensa periódica no século XVII e a circulação de panfletos ilustrados no contexto da Guerra da Restauração da Independência (1640-1668). Discussão sobre o uso propagandístico da representação simbólica nas imagens dos manuscritos “Empresas Lusitanas contra Castelhanas Empresas” (1663) e “Templo da Fama” (1665). Leitura comentada de excertos do texto Emblema vivente ou noticia de um portentoso monstro que da província de Anatólia foi mandado ao Sultão dos Turcos (1727), como exemplo da divulgação de fake news com o objetivo de construir visões distorcidas das culturas desconhecidas.
Continuação do estudo da obra "A Ideia de Cultura", de Terry Eagleton (as teorias da cultura de T. S. Eliot e de Raymond Williams: semelhanças e diferenças).
7 Novembro 2025, 14:00 • Ricardo Gil Soeiro
A noção de cultura perfilhada pelos Estudos Culturais. Análise do texto “Introduction” à obra Culture and Society (1958), de Raymond Williams. O enquadramento sociológico e o alcance anti-eliotiano da cultura segundo Williams. A cultura como habitual modo de vida das pessoas comuns, abrangendo a literatura, a música, o teatro, o cinema, a rádio e outras manifestações da cultura popular, consumidas pelas classes trabalhadoras. A concepção de cultura perfilhada por T. S. Eliot na sua obra Notas para uma Definição de Cultura (1948). A noção de “cultura comum”, explicitada por Terry Eagleton no volume A Ideia de Cultura: diferenciação entre o pensamento eliotiano e de R. Williams. Recapitulação do conceito bricolage e da corrente de antropologia interpretativa de Clifford Geertz.
Fernão Mendes Pinto, "Peregrinação" (caps. 136-37); Revisões
7 Novembro 2025, 08:00 • Pedro Madeira
Análise dos caps. 136-37.
O “julgamento” de Fernão Mendes Pinto como inversão
dos príncipios estabelecidos do direito (presunção de inocência, ónus
da prova, etc.).
Contraste entre a concepção mágica da medicina representada pelos
“bonzos” e a empirista, representada por Fernão Mendes e pela própria vítima
(confronto dos meios empregados para curar o “fastio” do rei do Bungo,
e da ferida do seu filho).
O episódio do ferimento do filho do rei do Bungo:
reacção do rei e da corte como "espectáculo da estupidez
humana", e a projecção de uma posição de bom senso (tanto
no que diz respeito ao direito como à medicina) no filho
do rei do Bungo. Exemplo possível do "exotismo crítico"
do autor (António José Saraiva).
Final do episódio: a cobiça insensata dos aventureiros portugueses, entre
os quais se inclui o próprio narrador.