Sumários
Fernão Mendes Pinto, "Peregrinação" (caps. 136-37); Revisões
7 Novembro 2025, 08:00 • Pedro Madeira
Análise dos caps. 136-37.
O “julgamento” de Fernão Mendes Pinto como inversão
dos príncipios estabelecidos do direito (presunção de inocência, ónus
da prova, etc.).
Contraste entre a concepção mágica da medicina representada pelos
“bonzos” e a empirista, representada por Fernão Mendes e pela própria vítima
(confronto dos meios empregados para curar o “fastio” do rei do Bungo,
e da ferida do seu filho).
O episódio do ferimento do filho do rei do Bungo:
reacção do rei e da corte como "espectáculo da estupidez
humana", e a projecção de uma posição de bom senso (tanto
no que diz respeito ao direito como à medicina) no filho
do rei do Bungo. Exemplo possível do "exotismo crítico"
do autor (António José Saraiva).
Final do episódio: a cobiça insensata dos aventureiros portugueses, entre
os quais se inclui o próprio narrador.
Conclusão do estudo do texto “Encoding and decoding in Television discourse”, de Stuart Hall.
6 Novembro 2025, 12:30 • Filipa Araújo