Sumários
A Companhia de Jesus e a sua atuação no Brasil: mudar as sociedades indígenas pelo exemplo e persuasão e salvar as almas dos colonos
6 Novembro 2024, 11:00 • Ângela Vieira Domingues
Tomé de Sousa e a chegada dos Jesuítas ao território. A Companhia de Jesus: uma presença à escala global. Os Jesuítas e a sua organização no território: a Província do Brasil e a atividade missionária e evangélica da Ordem. A aliança entre a Companhia e o governador-geral: um trajeto que vai da aliança e colaboração até à extinção na segunda metade do século XVIII. Os Jesuítas como introdutores de modificações na forma como a sociedade colonial via e tratava os indígenas. Uma mudança de estratégia dos missionários para obter uma evangelização duradoura: a conversão das crianças ameríndias e a criação de aldeamentos onde a presença jesuítica se fizesse em permanência.
O Brasil nos primeiros tempos da presença colonial portuguesa
30 Outubro 2024, 11:00 • Ângela Vieira Domingues
O Brasil do Nordeste e o caso de São Paulo de Piratininga. O Brasil nos primeiros anos da presença portuguesa: um litoral "civilizado" que se contrapõe ao sertão enquanto espaço "bárbaro, caótico e incontrolável"; os núcleos urbanos e as estruturas rurais. O desenvolvimento da economia com base no açúcar e pacificação dos indígenas. Os engenhos de S. Jorge dos Erasmus e do Castelo de Garcia d’ Ávila como exemplos de polos relevantes na produção de açúcar no início do Brasil colonial.
Visionamento e comentário do documentário: O Engenho dos Erasmos - A costa dos fortes https://www.youtube.com/watch?v=5fUJDuM0uLs&t=52s
A sociedade colonial brasileira nos seus primeiros anos: uma sociedade mestiça
25 Outubro 2024, 11:00 • Ângela Vieira Domingues
A sociedade colonial brasileira na sua formação: os colonos; os mestiços; os índios. O Brasil do Nordeste e o caso de São Paulo de Piratininga. O Brasil nos primeiros anos da presença portuguesa: um litoral "civilizado" que se contrapõe ao sertão enquanto espaço "bárbaro, caótico e incontrolável"; os núcleos urbanos e as estruturas rurais.
O governo-geral e a pacificação e o controlo do território.
23 Outubro 2024, 11:00 • Ângela Vieira Domingues
A criação de um centro institucional e administrativo para o Brasil: Salvador, o governo-geral e a segunda grande alteração na colonização e na política portuguesa para o Brasil. Tensões políticas entre capitães-donatários e os representantes máximos do rei no território colonial. Pernambuco como exemplo das dinâmicas de autonomia e autossuficiência desenvolvidas pelos colonos no Brasil. A fundação da cidade de Salvador, sede das instituições régias e "coração e cabeça" do Estado do Brasil. A América portuguesa e a atuação do governador-geral em meados do século XVI: promover a economia açucareira: criar novos engenhos, expandir os terrenos cultiváveis, conceder isenções fiscais sobre a produção agrícola e o exercício de ofícios mecânicos.
As capitanias-donatarias como forças políticas autónomas no litoral brasileiro, ao serviço de Deus e do Rei e em benefício dos colonos
18 Outubro 2024, 11:00 • Ângela Vieira Domingues
Comentário de excerto do diário de navegação de Pero
Lopes de Sousa. A
missão de Martim Afonso de Sousa e a introdução da cana-de-açúcar no
Brasil. As capitanias privadas como "arquipélagos de
assentamento" com grande autonomia política e militar; período de
vigência, as cartas de doação; as competências, os direitos e deveres dos
capitães-donatários. Os diferentes resultados obtidos entre as várias
capitanias americanas-portuguesas; os casos bem-sucedidos de Pernambuco e S.
Vicente: investimento de capital; relações com os índios; interesse dos
capitães e dos colonos.