Sumários
Propostas cronológicas para a caracterização da vertente atlântica do Império Colonial Português. As instituições que organizam os espaços imperiais no Atlântico
11 Março 2025, 11:00 • Ângela Vieira Domingues
Um lugar onde o Marrocos africano
se encontra com o Marrocos atlântico: Ceuta como um campo de atuação da nobreza
portuguesa que confere honra, prestígio e riqueza. O Atlântico como um vetor
permanente da expansão durante o governo da Casa de Avis. O infante D. Henrique
e o senhorio dos arquipélagos atlânticos. Cronologias; propostas e análise. As
instituições em que se organiza o Império Colonial Português no Atlântico:
feitorias e feitorias- fortalezas, capitanias-donatarias, governos-gerais,
ordens religiosas, paróquias, a Inquisição e as visitas inquisitoriais, os
municípios, as misericórdias e as confrarias. O império Informal ou na sombra.
Os fundamentos legais do império colonial: tratados e breves e bulas papais. O
infante D. Pedro e a expansão atlântica. D. Henrique e o senhorio da Madeira e
dos Açores. As navegações para Sal: Gil Eanes e a dobragem do cabo Bojador. O
interesse comercial dos particulares e do regente no trato da Guiné. A
complementaridade económica estabelecida entre as várias partes que constituem
o senhorio marítimo de D. Henrique. As fontes: a importância de Gomes Eanes de
Zurara.
Aula nº 8: tensões e hesitações entre comércio e ideia de cruzada
10 Março 2025, 14:00 • Manuel Marques Lobato
As viagens de Diogo Cão e Bartolomeu Dias. Os padrões e apropriação simbólica do espaço. O “plano das Índias” de D. João II e a viagem de Pero da Covilhã. Os tratados de Alcáçovas e Tordesilhas. O sistema de ventos no Atlântico e a volta do Cabo: a viagem de Vasco da Gama. Nova representação cartográfica dos mares da Ásia. O Malabar e o comércio levantino da pimenta. O papel de Cochim como terminal da carreira da Índia.
Aula nº 7 Renovações nos olhares historiográficos sobre os Descobrimentos e a Expansão no panorama internacional. A conquista de Ceuta e o seu significado expansionista, político, religioso e económico
6 Março 2025, 14:00 • Manuel Marques Lobato
Os anos de 1970/80 como um marco em que se começou a renovar as interpretações historiográficas sobre os Descobrimentos. A internacionalização diminuta dos temas relacionados com a história de Portugal e os Descobrimentos como uma exceção. O império colonial português como um império da Modernidade: transoceânico, transcontinental, descontínuo, com cronologia abrangente e incorporando espaços geograficamente extensos e dispersos. A conquista de Ceuta (1415) como o momento fundador da diáspora global portuguesa.
Renovações nos olhares historiográficos sobre os Descobrimentos e a Expansão no panorama internacional. A conquista de Ceuta e o seu significado expansionista, político, religioso e económico
6 Março 2025, 11:00 • Ângela Vieira Domingues
Os anos de 1970/80 como um marco em
que se começou a renovar as interpretações historiográficas sobre os
Descobrimentos. A internacionalização diminuta dos temas relacionados com a
história de Portugal e os Descobrimentos como uma exceção. O império colonial
português como um império da Modernidade: transoceânico, transcontinental,
descontínuo, com cronologia abrangente e incorporando espaços geograficamente
extensos e dispersos. A conquista de Ceuta (1415) como o momento fundador da
diáspora global portuguesa.
Aula nº 7 Renovações nos olhares historiográficos sobre os Descobrimentos e a Expansão no panorama internacional. A conquista de Ceuta e o seu significado expansionista, político, religioso e económico
27 Fevereiro 2025, 14:00 • Manuel Marques Lobato
Os anos de 1970/80 como um marco em que se começou a renovar
as interpretações historiográficas sobre os Descobrimentos. A
internacionalização diminuta dos temas relacionados com a história de Portugal
e os Descobrimentos como uma exceção. O império colonial português como um
império da Modernidade: transoceânico, transcontinental, descontínuo, com
cronologia abrangente e incorporando espaços geograficamente extensos e
dispersos. A conquista de Ceuta (1415) como o momento fundador da diáspora
global portuguesa.