Sumários

Utopia e distopia.

29 Setembro 2016, 16:00 Isabel Adelaide Penha Dinis de Lima e Almeida

Retoma de tópicos tratados na aula anterior.

Thomas More, cidadão da "república das letras"; a amizade de Erasmo, autor de Elogio da Loucura.
Onde pára a sabedoria? "Nusquama". Discursos sobre razão e loucura em tempo de Renascimento.
Utopia e distopia: sua representação e sua relação no texto de More.
Os clássicos como modelos: a República como matriz de Utopia; formas e significados da intertextualidade.


Utopia, eutopia.

26 Setembro 2016, 16:00 Isabel Adelaide Penha Dinis de Lima e Almeida

Utopia, udepotia:a composição das palavras; seu alcance semântico.

Utopia, eutopia: a invenção de outro mundo.
Thomas More: o autor e seu contexto.
Utopia, Arcádia, Idade de Ouro: afinidades e distinções.
Utopia, texto e paratextos; ficção, verosimilhança e efeito de real.
Utopia (livro I): relato e diálogo.  


O conceito de "clássico".

22 Setembro 2016, 16:00 Isabel Adelaide Penha Dinis de Lima e Almeida

"Clássico" e "canónico": elementos para uma definição.

Comentário e comparação de "Porquê ler os clássicos?", de Italo Calvino, e de "Uma elegia em louvor do cânone", de Harold Bloom.


Apresentação.

19 Setembro 2016, 16:00 Isabel Adelaide Penha Dinis de Lima e Almeida

Apresentação.

Preenchimento das fichas escolares.
 Distribuição de informação relativa à disciplina de Leitura de Clássicos: programa, bibliografia, processo de avaliação (dois testes+um exercício escrito não presencial), calendarização do trabalho a realizar durante o semestre.
Comentário do programa. 
Marcação das datas dos testes: 24 de Outubro e 15 de Dezembro. O exercício escrito não presencial será entregue no dia 12 de Dezembro.


Programa:

A partir de um corpus formado por três obras diferentes, de autores e tempos distintos - Utopia, de Thomas More; Città del Sole, de Tommaso Campanella; A Cidade e as Serras, de Eça de Queirós -, procurar-se-á desenvolver a compreensão do que, em textos ficcionais, é uma possibilidade capaz de contribuir para que se tornem clássicos: a representação de mundos modelares. Importará, por um lado, observar como em Utopia e Città del Sole se desafia o conhecimento geográfico e se comunga da ambição de descrever um sistema perfeito de ordem política e social; por outro lado, haverá que reparar como em A Cidade e as Serras, lidando com um mapa credível, se problematiza os conceitos de ideal e de realidade. Para lá das relações literárias, atender-se-á ao que, em cada uma destas obras, vale como reacção a estímulos vindos da História, da Arte ou da Filosofia.