Sumários

Teste Final

27 Maio 2026, 08:00 Amândio Reis

Realização do segundo teste escrito presencial.


Cesário Verde — 2

25 Maio 2026, 08:00 Amândio Reis

1. Da morte do autor, ainda: as circunstâncias históricas de O Livro de Cesário Verde e o papel de Silva Pinto; o livro de Cesário Verde ou Cânticos do Realismo? Reverberações de um projecto de livro/título, em articulação com a referência explícita à "crítica de Taine".

1.1. Os poemas canónicos "Nevroses" e "Sentimento dum Ocidental"; entre a auto-análise e a análise social, entre o mapa do território (Lisboa) e a cidade imaginária/imaginada.


Cesário Verde — 1

20 Maio 2026, 08:00 Amândio Reis

1. Cesário Verde (1855-1886) na segunda metade do séc. XIX e o não-lugar de O Livro de Cesário Verde (1887).

1.1. Entre a queda dos deuses e o cântico das mulheres e dos homens sem nome; três poemas excluídos da edição original de O Livro: "Impossível!", "Heroísmos" e "Desastre".


Eça de Queiroz — 3

18 Maio 2026, 08:00 Amândio Reis

1. As voltas do "Moinho", à luz de três espelhos: (1) espelho da realidade (técnica narrativa de visão realista, imparcial e minuciosa); (2) espelho do conto (dinâmicas de contraste, aproximação e afastamento entre Maria da Piedade e Adrião); (3) espelho da literatura (Maria da Piedade e Adrião, a personagem e o escritor, Madalena e "No Moinho" — implicações irónicas de uma mise en abyme que talvez desafie, afinal, o paradigma naturalista).


Eça de Queiroz — 2

13 Maio 2026, 08:00 Amândio Reis

1. Recapitulação: a Questão Coimbrã (1865), a viagem ao Oriente (1869-70), as Conferências Democráticas do Casino Lisbonense (1871), e, no plano internacional, o início da publicação do ciclo romanesco de Émile Zola, Les Rougon-Macquart (1871-); entre Gustave Flaubert e Gustave Courbet (dois nomes fundamentais nas coordenadas da "ideia nova", i.e., o realismo, promulgada por Eça na sua conferência); Eça, um romântico em pleno surto naturalista? 

2. "No Moinho": a organização retórica em três partes; a rede lógico-causal subjacente à progressão narrativa, às acções e aos caracteres; a técnica narrativa de mostração, descrição ou imagismo, com ocasionais vislumbres da interioridade das personagens.
2.1. Maria da Piedade e os outros; uma protagonista que se destaca do seu próprio meio, em alto contraste; a relevância e as dificuldades de uma concepção determinista; a condição de Maria e a condição da mulher; sonhos românticos e visões naturalistas: o vocabulário clínico, a insistência fisionómica, e, enfim, ainda e sempre, a comédia humana.