Sumários

O auto de Don Duardos e a tradição poética peninsular (desenvolvimento)

11 Março 2026, 09:30 Isabel Adelaide Penha Dinis de Lima e Almeida

Desenvolvimento do trabalho da aula anterior.
Retórica do discurso amoroso: a antítese, a hipérbole, o paradoxo. Ecos de Petrarca no Cancionero General?  
"Decid que no sé quién so": o exercício de auto-definição e o efeito de estranhamento; comparação do texto de Gil Vicente com textos de Jorge Manrique, Juan de Mena e Petrarca.



O auto de Don Duardos e a tradição poética peninsular

9 Março 2026, 09:30 Isabel Adelaide Penha Dinis de Lima e Almeida

"Cantad aquesto": o auto de Don Duardos e a tradição poética peninsular (o caso do Cancionero Musical de Palacio). 
Relações intertextuais: o próprio e o alheio; a incorporação de texto "estranho" no auto vicentino; citar e transformar; a alusão como possibilidade de significação. 


Modelos do discurso amoroso na poesia peninsular do início do século XVI.

4 Março 2026, 09:30 Isabel Adelaide Penha Dinis de Lima e Almeida

Modelos do discurso amoroso na poesia peninsular do início do século XVI: o Cancionero General de Hernando del Castillo (1511).
Observação de exemplos diversos: exercício preparatório de uma comparação do auto de Don Duardos com textos cancioneiris.


Poesia e drama.

2 Março 2026, 09:30 Isabel Adelaide Penha Dinis de Lima e Almeida

Poesia e drama: o valor da palavra do auto de Don Duardos.
O discurso e o "preço da pessoa". Ser e parecer: jogos de ocultação e revelação.
Opções vicentinas: o auto e o Libro de Primaleón.


Livros de cavalarias: o género e sua importância na Europa quinhentista.

25 Fevereiro 2026, 09:30 Isabel Adelaide Penha Dinis de Lima e Almeida

Livros de cavalarias: seu cultivo e sua circulação; sua importância na Península Ibérica; traduções; um género controverso (entre defesas e ataques); sinais de apreço no mundo áulico.
O valor de uma escolha assumida: ainda o Prólogo de Don Duardos na Copilaçam de 1586; um auto novo para um novo rei.
A relação de Don Duardos com o Libro de Primaleón (1.ª ed.: Salamanca, 1512): o trabalho de selecção e de transformação; o encarecimento do amor como força universal.