Sumários

Experiências de pluralidade e de interacção religiosas. O exemplo da Guiné-Bissau

28 Abril 2026, 09:30 José Augusto Nunes da Silva Horta

Experiências de pluralidade e de interacção religiosas. O exemplo da Guiné-Bissau:

1. Continuidade na cultura religiosa — o pluralismo no encontro de três fronteiras religiosas: a fronteira africana interna; a fronteira muçulmana e a fronteira cristã atlântica. O modelo regional de coexistência/convivência entre religiões e os seus limites;
2. Distinção entre gentes do contrato (com os espíritos) e gentes da oração; as fronteiras fluidas entre eles;
3. As lógicas culturais entre a incorporação do Islão, a sua expansão e os seus debates internos. A adopção de múltiplas identidades; 
4. As transformações religiosas dos últimos trinta anos enquanto formas indígenas de apropriação do que se percepciona como modernidade. As reconversões religiosas e as alianças de uma experiência religiosa "mista".
Comentário a Ramon Sarró e Miguel Barros, "History, mixture, modernity: religious pluralism in Guinea-Bissau today"


Experiências de pluralidade e de interacção religiosas: fronteiras difíceis de traçar. O caso do sul do Níger.

23 Abril 2026, 09:30 José Augusto Nunes da Silva Horta

Experiências de pluralidade e de interacção religiosas: fronteiras difíceis de traçar.

1. Análise das traduções e entendimentos possíveis entre as religiões locais e o Islão em África (não fundamentalista) de Ioan Lewis. Consultar LEWIS, cap. V de O Islão ao Sul do Saara.

2. A porosidade das fronteiras entre o Islão integrista e a paisagem religiosa encantada no sul do Níger: as acusações de bruxaria como instrumento de disputa no mercado religioso entre Islão reformista e religiões indígenas.

Síntese pelo professor do texto de Adeline Masquelier, “Witchcraft, Blood-Sucking Spirits, and the Demonization of Islam in Dogondoutchi, Niger”


Os agentes da difusão do Islão. As teocracias islâmicas. Transformações contemporâneas.

21 Abril 2026, 09:30 José Augusto Nunes da Silva Horta

1. Os agentes da difusão do Islão: mestres e homens santos (e o ensino nas escolas alcorânicas); comerciantes. Discussão do papel respectivo na conversão ao Islão.

2. As grandes transformações do Islão desde o final do século XVII ao século XIX: a fundação de teocracias islâmicas e o papel das confrarias.

3. Islão local versus Islão global. As tensões entre o Islão sufi, das  confrarias, e os movimentos ou grupos de da'wa a partir dos anos 70 do século XX.. O exemplo da Senegâmbia a partir de um comentário a Eduardo Costa Dias,“Entre o local e o global — continuidades e descontinuidades do Islão na Senegâmbia"

Comparação entre as posições de Costa Dias e de Thiago Mota sobre o papel relativo das teocracias islâmicas na expansão do Islão na Senegâmbia.


Ver no E-Learning:

 Islão em África Ponto 3.3. Conteúdos

 Islão em África Ponto 3.4. Conteúdos


Primeira prova presencial escrita

16 Abril 2026, 09:30 José Augusto Nunes da Silva Horta

Primeira prova presencial escrita


Aula de preparação para o teste

14 Abril 2026, 09:30 José Augusto Nunes da Silva Horta

Aula de preparação para o teste