Sumários

A utilidade da história: um caso de estudo

22 Abril 2026, 12:30 Ângela Vieira Domingues

As viagens ibéricas pela bacia hidrográfica amazónica: exploração do espaço, sobrevivência, demarcação de limites coloniais. A história e a sua importância para a preservação do património natural e cultural e para um conhecimento cientifico do território e dos seus recursos naturais. Colaborações multi e interdisciplinares para o conhecimento das comunidades indígenas


A presença portuguesa em Marrocos

17 Abril 2026, 12:30 Ângela Vieira Domingues

Expansão Portuguesa em Marrocos. Ações de D. João II, 1480 protetorado a pedido dos habitantes de Safim. 1481, Dez, 12 – sai de Lisboa uma armada com duas urcas e dez caravelas, comandada por Diogo de Azambuja, e cerca de 600 homens. 1486 – Protectorado a pedido dos habitantes de Azamor (pagamento de tributos – 10 mil sáveis). Tratado de Sintra 1509, Melilha 1497, Orão 1509, preparação da viagem ao Oriente como o grande projeto expansionista (Atlântico) Intervenções em Marrocos, Bula de Cruzada de 1486, construção da fortaleza da Graciosa e criação das feitorias de Fez e Orão. Plano de ataque a Alcácer Quibir. D. Manuel I e presença portuguesa no Oriente, conquista de Calecut, arrasa Mombaça, tomada de Quíloa, submete Onor, tomada de Socotorá, início de Ormuz, conquista de embaixada ao papa Leão X em sinal de obediência. Referência aos autos da Fama e da Índia de Gil Vicente 1513. Dinastia Marroquina Uatácida. Inovações militares, artilharia. Fortalezas, 1ª fase, técnica de atalho, 2ª fase, abaluartamento das fortificações, 1509 a 1514 Danzilha, Alcácer Ceguer, Arzila e Tânger, de 1512 a 1514 Safim, Azamor e Mazagão. 3ª fase, 1529 inspeção ao estado de defesa de todas as vilas e cidades portuguesas, 1541 obra em Ceuta, Tanger e Mazagão. Safim – tenças. Azamor, rio, baluarte. Mazagão, planta, porta de mar, fosso e muralha, muralha e fosso tapado, cisterna, celeiro. Safim baluartes e muralha marítima. Mogador. Agadir, fortaleza. Motivo do abandono de algumas praças em Marrocos.(aula ministrada por João Cosme, sumário de José Frita)


A utilidade da história e a Amazónia Colonial

15 Abril 2026, 12:30 Ângela Vieira Domingues

O caso da Amazónia colonial: apresentação de vários objetos de estudo em que a história pode ser fundamental para o entendimento de fenómenos ambientais, geográficos e históricos.


A arte de navegar na Época dos Descobrimentos

10 Abril 2026, 12:30 Ângela Vieira Domingues

Os pilotos: homens sem instrução formal, mas com conhecimentos práticos, capazes de executar cálculos matemáticos simples. A navegação: por rumo e estima; uso de instrumentos náuticos, as cartas portulano e as linhas de rumos, escalas de distâncias e cálculos, Ferramentas da arte de navegar; bússolas, cartas portulano, roteiros e portulanos. A navegação astronómica como um processo inicialmente desenvolvido pelos portugueses: o cálculo da latitude pela Estrela Polar e pelo Sol. Os cálculos das longitudes. Os condicionalismos de navegação no Atlântico: sistemas de ventos e correntes. A cosmologia, os regimentos de navegação e as tabelas e declinação magnética. Os instrumentos: quadrantes, balestilhas, astrolábios náuticos, kamal ou tábulas da Índia (aula ministrada por António Costa Canas).

Fontes: Tycho Brahe, João de Lisboa, Livro de Marinharia; Regimento do Norte e Regimento do Cruzeiro do Sul, João Baptista Lavanha, D. João de Castro, Álvaro Velho


Diálogos entre historiadores, documentos e identidades: reinterpretar a presença indígena na História da Amazónia colonial

8 Abril 2026, 12:30 Ângela Vieira Domingues

A utilidade da História. Um longo caminho no processo da internacionalização da história dos Descobrimentos e da Expansão portuguesa. A lenda negra construída em torno da colonização das monarquias ibéricas