Sumários

Probabilidade - V

8 Maio 2019, 14:00 António José Teiga Zilhão

Teorema de Bayes e Teoria Bayesiana da Confirmação. Conceito de probabilidade prévia e de probabilidade posterior de uma hipótese e da evidência. Medidas quantitativas da confirmação, respectivamente, infirmação de uma hipótese pela evidência: incremento de probabilidade e factor de probabilidade de uma hipótese. Teorema de Bayes sem probabilidades prévias. Versão geral ou das probabilidades totais do Teorema de Bayes. Demonstração da mesma.

Conclusão da parte escolar do curso. 


Probabilidade - IV

24 Abril 2019, 14:00 António José Teiga Zilhão

Demonstração de sete novos teoremas da probabilidade condicional. 

A probabilidade de uma implicação material - demonstração de dois teoremas a este respeito. 
Demonstração do Teorema de Bayes ou Lei da Probabilidade Inversa (versão simplificada).


Férias da Páscoa

17 Abril 2019, 14:00 António José Teiga Zilhão

Férias da Páscoa


Probabilidade - III

10 Abril 2019, 14:00 António José Teiga Zilhão

A probabilidade concebida no contexto das interpretações subjectivista e epistémica: probabilidades definidas num domínio de proposições e de operações (as funções de verdade da lógica proposicional) definidas sobre os objectos desse domínio. Reformulação dos axiomas de Kolmogorov e dos seus corolários no âmbito de um tal domínio. O Problema da sobreposição. Demonstração de seis teoremas elementares da probabilidade categórica (interpretada num domínio de proposições). Distinção entre probabilidade condicional e probabilidade de uma proposição condicional. Demonstração de cinco teoremas elementares da probabilidade condicional (interpretada num domínio de proposições).  


Probabilidade - II

3 Abril 2019, 14:00 António José Teiga Zilhão

 Qual é o significado do termo 'probabilidade'? As diferentes interpretações possíveis deste conceito. 1) A interpretação clássica de Laplace: 1.1. A probabilidade como uma medida quantitativa da possibilidade de um evento; distinção entre possibilidades últimas e possibilidades derivadas; o postulado da equipossibilidade das possibilidades últimas; o postulado de que o número de possibilidades últimas tem que ser finito. 1.2. Objecções à interpretação clássica da probabilidade: objecções ao postulado da equipossibilidade das possibilidades últimas; objecções ao postulado de que o número de possibilidades últimas teria que ser finito. 2) A interpretação frequentista de von Mises: 2.1. A probabilidade como o limite para o qual o valor de uma frequência relativa tende quando a série de instâncias do fenómeno de massa objecto de análise é prolongada até ao infinito; a teoria das probabilidades como uma teoria empírica apoiada na lei dos grandes números; o conceito de probabilidade como um conceito estatístico, aplicável apenas a fenómenos de massa e a eventos repetitivos; os axiomas de Kolmogorov como uma formalização das propriedades das frequências relativas. 2.2. Objecções à interpretação frequentista da probabilidade: objecção de Hempel, segundo a qual não é possível atribuir qualquer conteúdo empírico a qualquer frase de atribuição de probabilidade; resposta de von Mises à objecção de Hempel, baseada num argumento por analogia com o modo como é possível atribuir-se conteúdo empírico a frases de atribuição de propriedades geométricas a objectos físicos; refutação da resposta de von Mises por Hempel - a analogia é falaciosa; a inconveniência teórica e empírica de não se poderem atribuir, de acordo com o ponto de vista frequentista, probabilidades a eventos singulares ou não-repetitivos. 3) A interpretação lógico-epistémica: 3.1. A probabilidade como uma medida quantitativa da qualidade do suporte evidencial conferido por um dado conjunto de premissas a uma conclusão num argumento; 3.2. A interpretação bipartida de 'probabilidade' defendida por Carnap - a distinção entre probabilidade1 (conceito lógico-epistémico, de natureza intrinsecamente condicional) e probabilidade2 (conceito empírico-estatístico, o qual admite usos não condicionais). 4) A interpretação subjectivista, personalista ou bayesiana de Ramsey, De Finetti e Savage: 4.1. A probabilidade como uma medida quantitativa do grau de crença que um agente cognitivo tem na verdade de uma proposição; o grau de crença de um agente A na verdade de uma proposição P como o valor numérico determinado pela maior razão custo/benefício que A se mostra disposto a aceitar no âmbito de um jogo de apostas em torno da verdade de P; a teoria bayesiana da confirmação e o carácter unificador do conceito subjectivista de probabilidade. 4.2. Objecções à interpretação subjectivista da probabilidade: a imposição de constrangimentos de racionalidade excessivamente fortes aos agentes cognitivos alvo de atribuições de probabilidade; a implausibilidade de se reconduzirem os valores probabilísticos objecto de estudo no âmbito da física de partículas aos graus de crença dos cientistas na verdade das proposições que descrevem a ocorrência dos fenómenos aos quais esses valores probabilísticos são atribuídos.