Sumários

Apresentação do Minor em Economia e Gestão Internacional. Convidada: Professora Rita Martins de Sousa (ISEG). Considerações sobre o segundo teste.

19 Dezembro 2025, 15:30 José Augusto Nunes da Silva Horta

1. Apresentação do Minor em Economia e Gestão Internacional (ISEG). Convidada: Professora Rita Martins de Sousa (ISEG).

2. Considerações sobre o segundo teste


Conclusão da matéria anterior. Entrega dos testes. Apresentação do Minor em Linguística e Línguas Africanas pelo Professor Tjerk Hagemeijer

17 Dezembro 2025, 15:30 José Augusto Nunes da Silva Horta

1. Conclusão da matéria anterior: sistematização pelo professor das ideias fundamentais da segunda parte do texto de Jean-Loup Amselle (ver sumário do dia 3 de Dezembro)

2. Entrega dos primeiros testes. Comentários pelo professor sobre a resolução da prova.


3. Apresentação do Minor em Linguística e Línguas Africanas (FLUL) do curso de Estudos Africanos. Convidado: Professor Tjerk Hagemeijer


Aulas abertas/Conferências dos Professores Marlino Mubai e Arnaldo Caliche (Universidade Eduardo Mondlane, Maputo).

12 Dezembro 2025, 15:30 José Augusto Nunes da Silva Horta

Aulas abertas/Conferências dos Professores Marlino Mubai (M. M.) e Arnaldo Caliche (A. C.), da Universidade Eduardo Mondlane, Maputo.

Temas:

— “O serviço militar obrigatório na África pós-colonial: Racionalidade, eficácia e eficiência em tempos de crises” (M. Mubai)

Esta aula parte da lei de extensão do período de serviço militar obrigatório em Moçambique de 2 para 5 anos para fazer uma análise histórica da racionalidade eficácia e eficiência de exércitos baseados na coerção. À luz dos problemas de prestação de serviços sociais básicos à população, desemprego juvenil, recessão da democracia e protestos juvenis, questiona-se em que medida a continuidade e extensão da duração do serviço militar obrigatório em Moçambique e outros países africanos constitui uma vantagem ou ameaça à segurança do Estado.

Conceito de “Homem Novo” e as questões da identidade/nacionalidade no pós-colonialismo em Moçambique” (A. Caliche)

Este tema assenta na análise de dois documentos fundamentais: o Acordo de Lusaka, assinado a 7 de setembro de 1974 entre a Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) e o Movimento das Forças Armadas (MFA), e a Lei das Nacionalizações, de 24 de julho de 1975. Estes instrumentos legais orientaram a concretização da ideologia política do “Homem Novo” e da “Nova Sociedade”, desenvolvidas ao longo da luta de libertação nacional e durante o governo do Presidente Samora Machel, sob orientação do Comité Central da FRELIMO, até às reformas políticas, económicas e sociais do final da década de 1980.

A questão que se coloca é: até que ponto o conceito de “Homem Novo” influenciou a lei de nacionalizações e a definição dos direitos de cidadania moçambicana?


Aula aberta/conferência do Professor Crisanto Barros (Universidade de Cabo Verde): "A independência de Cabo Verde: consequências"

10 Dezembro 2025, 15:30 José Augusto Nunes da Silva Horta

Aula aberta/conferência do Professor Crisanto Barros (Universidade de Cabo Verde):

"A independência de Cabo Verde: consequências"


Laços de parentesco e outras relações sociais. O protagonismo crescente das mulheres em África

5 Dezembro 2025, 15:30 José Augusto Nunes da Silva Horta

1. Para além da "etnia": como definir e conceptualizar as relações sociais e as suas transformações no continente africano? Uma vertente fundamental dessas relações sociais, vividas através do parentesco (kinship) e do casamento. Uma abordagem antropológica sensível à pluralidade de contextos, aos dinamismos e às mudanças históricas recentes. Comentário a um texto de Maria Grosz-Ngaté, "Social Relations: Family, Kinship, and Community".

2. O protagonismo crescente das mulheres em África no período pós-independências africanas. O envolvimento das mulheres na resolução de conflitos internos dos seus países (mas também, por vezes, como agentes desses conflitos) e nos processos de democratização, bem como nas causas internacionais pelos seus direitos. Protagonismo em organizações internacionais, em organizações promotoras da paz, nos governos e partidos políticos, bem como nos sindicatos. A luta contra uma marginalização de género que perdura.

Comentário ao capítulo de Kathleen Sheldon, “Women and Politics after Independence”.