Sumários

Aula nº18

14 Novembro 2025, 09:30 Maria Leonor Lamas de Oliveira Xavier

Apresentações orais com debate: Pedro Paiva, Gonçalo Carrilho.


Aula nº17

11 Novembro 2025, 14:00 Maria Leonor Lamas de Oliveira Xavier

3.3.1. A fala e a escrita. O questionamento radical da escrita em Platão: o mito sobre a origem da escrita no diálogo Fedro; a crítica da escrita como um discurso morto, incapaz de se defender e de fazer germinar outros discursos. Contra Platão: a escrita faz germinar os discursos de interpretação. Paul Ricoeur: a nova prioridade da escrita; a autonomização do texto e a dupla ocultação do escritor e do leitor. A comunicação nas redes sociais: diálogo ou representação?

 


Aula nº17

11 Novembro 2025, 09:30 Maria Leonor Lamas de Oliveira Xavier

Aula substituída pela participação com os estudantes no Colóquio “A Experiência Contemplativa no Pensamento e na Cultura Portugueses”, a decorrer no Anfiteatro III da FLUL.

 


Aula nº16

7 Novembro 2025, 14:00 Maria Leonor Lamas de Oliveira Xavier

3.2.2. A pluralidade de correntes filosóficas. A questão da origem da diferenciação das correntes filosóficas. A singularidade do filósofo na origem de correntes que transportam o seu nome (platonismo, aristotelismo, cartesianismo, hegelianismo, etc.). A oposição de perspectivas de resposta em amplas questões filosóficas: o cepticismo, o racionalismo e o empirismo, na questão do conhecimento; o espiritualismo e o materialismo, o essencialismo e o existencialismo na questão do ser. A função das correntes filosóficas: denunciar a insuficiência das opostas.

3.3. A filosofia e a sua expressão: atitude, fala ou escrita?

3.3.1. A fala e a escrita. O questionamento radical da fala em Santo Agostinho: as referências do autor de Confissões aos tempos de escola; a crítica da eficácia da linguagem para o conhecimento, no diálogo O Mestre.

 


Aula nº16

7 Novembro 2025, 09:30 Maria Leonor Lamas de Oliveira Xavier

3.2.2. A pluralidade de correntes filosóficas. A questão da origem da diferenciação das correntes filosóficas. A singularidade do filósofo na origem de correntes que transportam o seu nome (platonismo, aristotelismo, cartesianismo, hegelianismo, etc.). A oposição de perspectivas de resposta em amplas questões filosóficas: o cepticismo, o racionalismo e o empirismo, na questão do conhecimento; o espiritualismo e o materialismo, o essencialismo e o existencialismo na questão do ser. A função das correntes filosóficas: denunciar a insuficiência das opostas. Debate em torno da oposição entre liberdade e determinismo.