Sumários
27 Outubro 2025, 11:00
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António José Teiga Zilhão
3. O conceito de explicação por lei de cobertura como um modelo analítico
3.1. Elucidação da natureza do conceito de explicação subjacente ao modelo das leis de cobertura
3.1.1. O carácter constitutivo (no sentido kantiano do termo) que Hempel atribui à sua análise do conceito de explicação.
3.1.2. Analogia com o conceito de demonstração, tal como ele é entendido em Metamatemática ou Teoria da Demonstração.
3.1.3. Carácter normativo, não descritivo e não prescritivo destes conceitos.
3.1.4. Completude e incompletude explicativa. Variedades de incompletude explicativa. Identificação de incompletudes explicativas.
3.1.5. A estratégia da "estrutura escondida".
3.1.6. Elucidação do conceito de definição de um conceito: a definição de um conceito como a apresentação do conjunto de condições necessárias e suficientes à sua satisfação.
3.1.6.1. O modelo hempeliano de explicação concebido como uma definição do conceito de explicação científica.
4. Críticas ao modelo Hempeliano de explicação científica.
4.1. As críticas que alegam insuficiência.
4.1.1. A crítica da irrelevância.
4.1.2. A crítica da assimetria.
23 Outubro 2025, 11:00
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António José Teiga Zilhão
2.1.2. A Explicação Estatístico-Indutiva
2.1.2.1. Caracterização geral do modelo de explicação estatístico-indutiva.
2.1.2.1.1. Exemplos.
2.1.2.1.2. Os Problemas da Ambiguidade Explicativa e da Ambiguidade Epistémica na Explicação Estatístico-Indutiva.
2.1.2.1.2.1. Caracterização exaustiva dos mesmos.
2.1.2.1.2.2. Desvantagens do recurso ao Requisito da Evidência Total (RET), proposto por Carnap, como modo de resolução do problema da ambiguidade epistémica no âmbito da explicação estatístico-indutiva.
2.1.2.1.2.3. Introdução por Hempel do Requisito da Especificidade Máxima (REM) como modo alternativo e mais vantajoso de resolução do problema da ambiguidade epistémica na explicação estatístico-indutiva.
2.1.2.1.3. O carácter não conjuntivo da Explicação Estatístico-Indutiva.
2.1.2.1.3.1. Ilustração do problema por meio de exemplos.
20 Outubro 2025, 11:00
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António José Teiga Zilhão
1. O Conceito de Explicação.
1.1. Considerações Preliminares: Explicação, Compreensão e Expectabilidade.
2. O Modelo Hempeliano de Explicação Científica.
2.1. Tipos de Explicação Científica
2.1.1. A Explicação Nomológico-Dedutiva:
2.1.1.1. Caracterização geral e exemplos.
2.1.1.2. Explicação Nomológico-Dedutiva e Previsão.
2.1.1.2.1. A Tese da Simetria Explicação/Previsão.
2.1.1.2.1.1. Objecções à Tese da Simetria Explicação/Previsão.
2.1.1.2.1.2. Respostas de Hempel às objecções à tese da simetria explicação/previsão..
16 Outubro 2025, 11:00
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António José Teiga Zilhão
E. Críticas ao conceito de causação como dependência condicional
E.1. O problema da interpretação dos enunciados singulares de causação (reanálise).
E.1.1. Se os termos de uma relação de causação são eventos singulares, então os relata de um enunciado singular de causação terão que ser termos singulares, nomeadamente, descrições definidas; mas expressões como 'condição necessária' e 'condição suficiente' referem proposições e não termos singulares; na realidade, a sua associação a termos singulares origina frases sem sentido.
E.1.2. Análise de uma possível reformulação de um enunciado singular de causação como uma proposição complexa que conectaria duas proposições por meio de uma função de verdade capaz de exprimir a condicionalidade - a implicação material.
E.1.3. Constatação de que as condições de verdade de uma implicação material não coincidem com as condições de verdade de uma frase singular de causação - em particular, uma implicação material é verdadeira se o seu antecedente for falso, enquanto que a verdade de uma frase singular de causação parece implicar a verdade da proposição que exprimiria a ocorrência do evento descrito no seu antecedente.
E.1.4. Análise da possibilidade de que o idioma 'x causou que y' exprimisse uma função de verdade definida de acordo com as condições de verdade atribuídas em E.1.3. às mesmas: essa função de verdade (a que produz o valor V se, e somente se, ambos os argumentos da função forem V) já existe - é a conjunção. Mas a conjunção não exprime de todo uma qualquer relação de dependência condicional entre os seus argumentos.
E.1.5. A concepção de Donald Davidson de acordo com a qual a causação deveria ser representada numa linguagem de primeira ordem com identidade como um predicado binário primitivo, cujos argumentos seriam descrições definidas que representariam eventos singulares como objectos.
13 Outubro 2025, 11:00
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António José Teiga Zilhão
Definição dos tópicos e títulos dos ensaios finais a serem entregues pelos estudantes no final do semestre.