Sumários

I./II. Exercícios de Aplicação

9 Outubro 2025, 11:00 António José Teiga Zilhão

Resolução de exercícios de aplicação da matéria introduzida no âmbito das secções I. e II. do programa.


II. Causação - 3

6 Outubro 2025, 11:00 António José Teiga Zilhão

D. Causa como condição INDS para o efeito
D.1. Distinção entre frases singulares de causação e frases gerais de causação. Dificuldade de interpretar as primeiras tanto à luz da ideia Humeana de causação como conjunção constante como da ideia Milliana de causação como dependência condicional.   
D.2. A promessa de John Mackie de unificar o entendimento das frases singulares de causação e das frases gerais de causação e de reunir sob uma mesma definição de causa os diversos usos do conceito diagnosticados por J. St. Mill.
D.3. A análise do conceito de causação efectuada por John Mackie: um evento particular A é a causa de um evento particular B (o efeito) se, e somente se, A for uma condição INDS para a ocorrência de B.
D4. Definição de 'X é uma condição INDS de Y'. 
D5.  A noção de 'campo causal' e a necessidade de remissão de qualquer investigação acerca da(s) causa(s) de um evento a um campo causal específico.


II. Causação - 2

2 Outubro 2025, 11:00 António José Teiga Zilhão

C. Os métodos de Mill para a determinação da causa.
C.1. - Enumeração dos métodos de Mill para a determinação da causa e das circunstâncias pragmáticas nas quais cada um deles deve aplicar-se.
C.2. - Descrição e análise dos métodos de Mill para a determinação da causa.
C.2.1. O método da concordância (para determinar causas entendidas como condições necessárias à ocorrência dos seus efeitos) - descrição deste método e do seu rationale e exemplificação da sua aplicação a casos particulares.
C.2.2. O método da diferença (para determinar a causa no sentido de condição suficiente para o efeito) - descrição deste método e do seu rationale e exemplificação da sua aplicação a casos particulares.
C.2.3. O método conjunto da concordância e da diferença (para determinar a causa no sentido de conjunção de condições necessárias que, em conjunto, constituem uma condição suficiente para o efeito) - descrição deste método e do seu rationale e exemplificação da sua aplicação a casos particulares. 
C.2.4. O método da variação quantitativa (para determinar a causa no sentido de dependência quantitativa na variação de uma magnitude em função da variação na outra)  - descrição deste método e do seu rationale e exemplificação da sua aplicação a casos particulares.  


II. Causação - 1

29 Setembro 2025, 11:00 António José Teiga Zilhão

A. Tratamento do conceito de causação por David Hume: as três condições necessárias para a identificação de episódios de causação: i) condição de anterioridade temporal; ii) condição de contiguidade espácio-temporal; iii) condição de conjunção constante. Alerta: a conjunção destas três condições, sendo necessária para a identificação de episódios de causação, não é, todavia, suficiente para a sua identificação.  
B. Aprofundamento do tratamento humeano da causação por John Stuart Mill: a relação causa/efeito concebida não como uma conjunção constante mas como uma relação de dependência condicional entre eventos. Diferentes usos do idioma causal (enquanto indicador da existência de uma relação de dependência condicional entre eventos) na prática científica: i) "causa" como indicando uma condição suficiente para a produção do efeito; ii) "causa" como indicando uma condição necessária para a produção do efeito; iii) "causa" como indicando o conjunto não singular de condições necessárias que é suficiente para a produção do efeito; iv) "causa" como indicando uma relação de dependência quantitativa entre grandezas associadas a eventos. Indexação de cada um destes usos a circunstâncias pragmáticas específicas que os tornam legítimos. 


I. Argumentos Indutivos como Argumentos Ampliativos - 3

25 Setembro 2025, 11:00 António José Teiga Zilhão

D. Raciocínio Indutivo como raciocínio não monotónico
1. Distinção entre raciocínio monotónico e raciocínio não monotónico
2. Vulnerabilidade dos argumentos indutivos a nova evidência
3. O Requisito de Evidência Total (de Carnap).

E. Noção de força de uma proposição

1. Clarificação da noção de força de uma proposição à custa da noção de conteúdo informativo de uma proposição.
2. Clarificação da noção de conteúdo informativo de uma proposição.
3. Proposições fortes (com elevado conteúdo informativo) e proposições fracas (com reduzido conteúdo informativo).
4. As contradições como as proposições maximamente fortes e as tautologias como as proposições maximamente fracas.
5. Regras para a comparação de forças entre proposições.
6. Relação entre a força de uma proposição e a força dos argumentos indutivos nos quais ela participa, seja como premissa seja como conclusão.