Sumários

Os triunviratos: Os últimos dias da República?

14 Fevereiro 2022, 09:30 Rodrigo Furtado

I.                Um general e político extraordinário: Gneu Pompeio Magno (106-48 a.C.) (continuação)

                                       1.           O recurso ao melhor: a estrondosa campanha contra os piratas e a conquista do Oriente (67-61).

                                       2.           A oposição senatorial a Pompeio.

 

II.              A ascensão de um patrício falido: Gaio Júlio César (100-44 a.C.)

1.      O primeiro triunvirato (60).

2.      O primeiro consulado de César (59): cumprir promessas; assegurar o proconsulado na Gália.

3.      O segundo consulado de Pompeio e Crasso (55): assegurar três proconsulados.

4.      A anarquia em Roma: exílios; fugas; revoltas urbanas; assassínios;

5.      Os anos aziagos: 54-53 – uma viuvez; uma derrota; um cônsul único.

 

III.             O regresso da guerra e  da ditadura.

1.      O que fazer com César? As possibilidades. A recusa de qualquer possibilidade pelo senado.

2.      Alea iacta est: a travessia do Rubicão (10 de Janeiro de 49). A guerra civil:

                                           1.         os campos em presença;

                                           2.        Fársalo (48);

                                           3.        Cleópatra entra em cena;

3.      Os cargos de César:

                                           1.        ditador (49; 47); ditador por dez anos (45-?);

                                           2.        cônsul (48); cônsul por cinco anos (46-?);

                                           3.        censura perpétua: significado;

                                           4.        a tribunitia potestas;

4.      As Lupercais de 44.

5.      Os Idos de Março no teatro de Pompeio.

 

 ‘The Senate’s control of affairs did not collapse owing to foreign invasion or popular rioting in the city or a peasants’ revolt in the countryside of Italy’ (Tatum, 2006: 209).


Os Gracos, Mário, Sula e Pompeio: a ruptura das elites e a desagregação institucional

10 Fevereiro 2022, 09:30 Rodrigo Furtado

I.        Os primeiros cinquenta anos da crise (133-80 a.C.): uma revolução social e política?

                   i.       Tibério Graco e o início da revolução (133 a.C.): distribuição de terras; leis frumentárias.

1.       a ‘distribuição’ do ager publicus: uma resposta à crise agrária; uma resposta à crise militar;

2.       perigosas res nouae: entre a deposição e a reeleição de tribunos.

3.       o linchamento de um tribuno comandado pelo pontifex maximus!

                  ii.       Um homo nouus cliente dos Cecílios Metelos: Gaio Mário (157-86 a.C.).

1.       a reforma militar de Mário e a profissionalização das legiões: uma resposta à crise militar; uma resposta à crise agrária;

2.       Os consulados de Gaio Mário: uma, duas, três, quatro, cinco, seis vezes cônsul (107, 104-100 a.C.).

                   iii.     A guerra social (91-88 a.C.).

1.       A extensão da cidadania aos ingénuos itálicos. Consequências

2.       Resolvem-se os problemas ou agudiza-se a crise?

 

II.              A guerra civil (83-82 a. C.) e a ditadura de Sula (82-81 a.C.); o consulado (80 a.C.). A Nova República.

                         1.       a grande proscrição: a execução dos cônsules+80 senadores+440 cavaleiros; a violência.

                         2.       a limitação dos poderes dos tribunos, quatrocentos anos depois: a perda do direito de veto e do direito de propor plebiscitos;

                         3.       a separação entre o tribunado e o cursus honorum;

 

III.             Um general e político extraordinário: Gneu Pompeio Magno (106-48 a.C.)

                         1.       Um jovem, filho de um homo nouus, com uma brilhante carreira militar – Sertório e Espártaco;

                         2.       O consulado ‘ilegal’ de 70: Marco Licínio Crasso e Pompeio – desfazer a obra de Sula.


Governar o Mediterrâneo como uma cidade: a quadratura do círculo. Optimates/populares: programas

7 Fevereiro 2022, 09:30 Rodrigo Furtado

I.        A sociedade romana e a República tardia.

1.     A elite mais rica que o mundo conheceu até então: os multimilionários romanos;

2.     O alargamento lento da cidadania em Itália e as ‘novas elites’: os homines noui;

3.     A pressão das ‘novas elites’: a lex Sempronia (123 a.C.) – os requisitos de uma ‘nova ordem’: os Cavaleiros.

4.     O desunido mundo itálico: os aliados. Esforço militar e financeiro vs. ‘descompensação’ política.

5.     O afluxo de escravos; revoltas de escravos.

 

II.      A política romana e a sua impossibilidade

1.      O desmoronar de um sistema de checks and balances:

                                               i.     ‘Quem combate não vota e quem vota não combate’: o fim da ‘cidadania antiga’?

                                             ii.     Para que serve ser cidadão fora de Roma? Uma classe de privilegiados locais, mas despolitizados em termos supra-locais;

2.      Um problema de governabilidade: como pode um império ser governado como uma cidade?

3.      Um império em crescimento: a necessidade de soldados.


Da cidade ao orbe: o domínio de Itália, as guerras púnicas e o Egeu– uma revolução geopolítica

3 Fevereiro 2022, 09:30 Rodrigo Furtado

I.        O contexto geo-estratégico do Mediterrâneo ca. 500-300 a.C.

1.      O mundo itálico: a diversidade étnico-cultural-linguística; Gregos e Etruscos; os Samnitas.

2.      O império marítimo Cartaginês e as colónias gregas.

3.      O Egeu e a formação do mundo helenístico.

 

II.      A inserção de Roma na Liga latina.

1.     O significado da liga e o domínio do Lácio.

 

A EXPANSÃO DE ROMA: 3 FASES (343-133 a.C.).

 

III.     Fase 1: o domínio do mundo itálico.

1.      O conflito com Veios (396) e a construção de uma pequena potência local.

2.      O processo militar:

                                               i.     A dissolução da Liga Latina e a anexação da Campânia (338 a.C.);

                                             ii.     As três guerras samnitas (343-341; 327-304; 298-291 a.C.) e a expansão para sul de Itália;

                                            iii.     A guerra de Pirro (280-75 a.C.). A batalha de Ásculo e a vitória de Pirro (279).

                                            iv.     A conquista de Tarento (272 a.C.);

                                             v.     A conquista da Etrúria (até 264 a.C.): Volsínios.

 

IV.             Fase 2: As guerras púnicas e o domínio do Mediterrâneo ocidental (breve síntese).

1.      A primeira guerra púnica e o domínio do Tirreno (264-241 a.C.);

2.      Aníbal vs. Cipião: a segunda guerra púnica (218-202 a.C.);

3.      Delenda est Carthago: a conquista da cidade (146 a.C.).

 

V.              Fase 3: As guerras da Macedónia e a expansão para o Adriático e para o Egeu (breve síntese).

1.      As três primeiras guerras da Macedónia (215-205; 200-196; 171-168 a.C.); a 4ª guerra (146 a.C.).

2.      O testamento de Átalo III (133 a.C.).


A República: patrícios e plebeus: do conflito ao compromisso - a formação da nobilitas.

31 Janeiro 2022, 09:30 Rodrigo Furtado

I.                A sociedade:

 

Cidadãos

Romanos

Não Cidadãos

Romanos

Livres

Não Livres

Ingénuos

x

x

x

 

Peregrinos

 

x

x

 

Libertos

x

 

x

 

Escravos

 

x

 

x

 

II.      Cidadão.

1.     Deveres: recenseamento, serviço militar, imposto (até 187 a.C.)

2.     Direitos: voto, eleição, sacerdócio, justiça, apelo, casamento, propriedade.

3.     Os libertos e as limitações de direitos.

 

III.     Para compreender a origem da aristocracia política romana.

  1. Quem são os patrícios e plebeus no século V a.C.?

 

IV.             Uma primeira fase: institucionalizar a divisão.

1      Processo político: as duas secessões da plebe (494; 449 a.C.) – protestar, reivindicar?

2      Diz que é uma espécie de sindicato: tribunos e edis da plebe; os concilia plebis e os plebiscitos.

 

V.              Da divisão ao compromisso.

1      O compromisso Licínio/Sextio (367 a.C.): o consulado patrício-plebeu

2      A abertura das magistraturas: edis curuis (364), pretores (356), censores (351), pontifex maximus (300).

3      Lei Hortênsia (287 a.C.): a universalidade dos plebiscitos.

4      A constituição da nobilitas senatorial: a liderança da República.

 

VI.             A família em Roma: o paterfamilias; o cliens.

1.     Gens/Familia. Praenomen, nomen, cognomen.

2.     Quem pode ser paterfamilias? Poderes sobre a familia e sobre a propriedade.