Sumários

A progressão psicológica e o ciúme em S. Bernardo de Graciliano Ramos

6 Março 2020, 12:00 ALVA MARTINEZ TEIXEIRO

Reflexão a respeito das caraterísticas fundamentais da obra S. Bernardo de Graciliano Ramos, nomeadamente, quanto à progressão do ritmo psicológico da narrativa.
São Bernardo: a primeira grande obra de análise psicológica de Graciliano Ramos.
O ciúme em São Bernardo.

Análise crítica do capítulo XXXI de São Bernardo. Contextualização e análise (inicial) do capítulo como possível síntese dos traços técnicos, estruturais e temáticos da obra e da caraterização de Madalena.

Reflexão a respeito das caraterísticas fundamentais da obra S. Bernardo de Graciliano Ramos, nomeadamente, quanto à progressão do ritmo psicológico da narrativa.

Bibliografia:

BAPTISTA, Abel Barros (2005): "Posfácio" in RAMOS, Graciliano: S. Bernardo (Lisboa: Cotovia).

BULHÕES, Marcelo Magalhães (1999): Literatura em campo minado: a metalinguagem em Graciliano Ramos e a tradição literária brasileira (São Paulo: Annablume).


As tensões entre a dimensão trágica e a dimensão social no romance

4 Março 2020, 12:00 ALVA MARTINEZ TEIXEIRO

A excecionalidade da figura feminina no romance S. Bernardo no panorama literário da altura.
A fazenda São Bernardo: um universo romanesco reduzido e concentrado, um verdadeiro microcosmo literário.
Análise crítica dos possíveis sentidos do suicídio de Madalena (capítulo XXXI de São Bernardo).

As tensões entre a dimensão trágica e a dimensão social no romance.

Bibliografia:

COSTA, Sebastião Guilherme Albano da (2010): A modernidade representada na América Latina: os romances e os filmes S. Bernardo e Pedro Páramo (Rio Grande do Norte: Editora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte).

PINTO, João Pereira (2001): A liberdade em Graciliano Ramos: uma iniciação à antropologia e à ética (Belo Horizonte: Santa Clara Ed.).


A modernidade da obra de Graciliano Ramos: o narrador não confiável

28 Fevereiro 2020, 12:00 ALVA MARTINEZ TEIXEIRO

A criação de um 'herói' moderno: solitário e frustrado. A escolha do narrador-personagem e a questão do relativismo moral no romance. O original narrador-personagem como obstáculo para a clareza ideológica própria do romance regionalista.

A caraterização de Paulo Honório através do 'sentimento de posse': um narrador-personagem autoritário mas sem autoridade.

Breve leitura e análise de certas passagens dos capítulos iniciais do romance.

Bibliografia:

BAPTISTA, Abel Barros (2005): "Posfácio" in RAMOS, Graciliano: S. Bernardo (Lisboa: Cotovia).

BULHÕES, Marcelo Magalhães (1999): Literatura em campo minado: a metalinguagem em Graciliano Ramos e a tradição literária brasileira (São Paulo: Annablume).


O romance nordestino e as suas diversificações

21 Fevereiro 2020, 12:00 ALVA MARTINEZ TEIXEIRO

O 'ciclo das secas' e as suas diversificações. Os diversos autores e obras que transcenderam o romance regionalista: Jorge Amado, Graciliano Ramos e Guimarães Rosa nas décadas seguintes.
Análise crítica de um excerto do romance Jubiabá de Jorge Amado.

Bibliografia:

RICCIARDI, Giovanni (2009): Escritores do Norte e Nordeste: entrevistas (Niterói: Nitpress).

TELES, Gilberto Mendonça (1990): A crítica e o romance de 30 do Nordeste (Rio de Janeiro: Atheneu Cultura).


A dicotomia campo/cidade na literatura brasileira do século XX

19 Fevereiro 2020, 12:00 ALVA MARTINEZ TEIXEIRO

A mudança de paradigma na década de 1930: o engajamento literário.

O romance nordestino e as suas diversificações. O romance nordestino: o repensar ideológico e o novo engajamento político e social que sucede a ‘euforia estética’ do Primeiro Modernismo. O ciclo das secas: protagonistas e temas dos romances.

O Nordeste como espaço metonímico das mazelas da sociedade brasileira. A racicalidade das consequências da seca, da miséria e da falta de organização jurídica e social no sertão: a emigração, o cangaceirismo e o misticismo. 

Bibliografia:

HELENA, Lucia (1986): Modernismo brasileiro e vanguarda (São Paulo: Editora Ática).

TELES, Gilberto Mendonça (1990): A crítica e o romance de 30 do Nordeste (Rio de Janeiro: Atheneu Cultura).