Sumários

comentário ao 2ºcap. da PHGeistes de Hegel

23 Outubro 2023, 14:00 Guiomar Mafalda Maia de Faria Blanc

Que o absoluto é sujeito, que a filosofia (o saber) tem a configuração do sistema, que o absoluto é espírito: ser em e para si.


Tempo (1)

23 Outubro 2023, 09:30 Ricardo Santos

A ontologia do tempo. A teoria presentista: só existem as coisas presentes (Markosian). A ideia intuitiva de que as coisas (inteiramente) passadas já não existem e de que as coisas (inteiramente) futuras ainda não existem. A crítica de Prior ao uso de uma noção relativizada de existência (existir na mitologia grega, na mente humana, num mundo possível, no passado, etc.) e a defesa de operadores temporais (de passado e de futuro). A passagem do tempo. O presentismo propõe uma visão dinâmica: o presente muda, ou seja, diferentes presentes sucedem-se uns aos outros. O que é futuro torna-se presente e depois passado. A inexistência do futuro explica a ideia comum de que o futuro está em aberto. Mas como pode o presentismo explicar que o passado esteja encerrado e seja imutável? Uma alternativa ao presentismo: a teoria do bloco crescente, que diz que existem as coisas passadas e presentes (Broad). Com a passagem do tempo, a realidade ganha novas partes, mas não perde nenhuma. Uma dificuldade séria para ambas as teorias: a teoria da relatividade restrita implica que a simultaneidade é relativa a um quadro de referência e que por isso não existe um presente objectivo, único e universal.


cont.

20 Outubro 2023, 14:00 Guiomar Mafalda Maia de Faria Blanc

Comentário ao Prefácio, Iº cap..


Causalidade (3)

20 Outubro 2023, 11:00 Ricardo Santos

A teoria contrafactualista da causalidade (continuação). Definição de dependência causal: se C e E são dois acontecimentos actuais distintos, E depende causalmente de C se e somente se, se C não ocorresse E não ocorreria. Os casos especiais de causalidade por ausência. Nos casos de ‘pre-emption’ (causa preterida), há causalidade sem dependência causal. O ancestral de uma relação. A causalidade é o ancestral da relação de dependência causal: C é uma causa de E se e somente se existe uma cadeia causal que leva de C a E (i.e., uma sequência finita de acontecimentos tais que cada um depende causalmente do anterior). A assimetria temporal (as causas precedem os efeitos) como aspecto contingente. Alegados contra-exemplos à transitividade da causalidade. Processos causais probabilísticos (não-deterministas ou que envolvem acaso).


Início do estudo da "Fenomenologia do Espírito" de Hegel

18 Outubro 2023, 15:30 Guiomar Mafalda Maia de Faria Blanc

Contextualização histórico-filosófica: intenção, lugar da obra no sistema, significado do título.