Sumários

Rei Édipo (final); Aristóteles, Poética

20 Outubro 2025, 12:30 Claudia Jeanette Fischer

Rei Édipo (Episódio IV e Êxodo): Considerações finais; 

Aristóteles, Poética: Primeiras considerações , capítulos 1-4.
TPC: Leitura dos capítulos: 4, 6, 11, 13 e 14. 


Culler, J. (1997). Literary Theory. A Very Short Introduction. Oxford: Oxford University Press, chapter #5

20 Outubro 2025, 11:00 Bernardo Machado Mota

Culler, J. (1997). Literary Theory. A Very Short Introduction. Oxford: Oxford University Press, chapter #5


Melophrasis

17 Outubro 2025, 12:30 Mário Avelar

Tutorial e-learning session on melophrasis.


Os géneros na Poética de Aristóteles

16 Outubro 2025, 17:00 Patrícia Soares Martins

Leitura de passos escolhodos da Poética de Aristóteles. A caracterização do Drama. A imitação dramática e as componentes da tragédia segundo Aristóteles.  A catarse. O Herói trágico. Leitura de uma fala de Cassio no Acto segundo de Júlio César de Shakespeare e do solilóquio de Bruto no acto terceiro: o drama como verbalização dos pensamentos e revelação da personalidade do herói trágico ("Dianoia" e "ethos"). A fábula como encadeamento trágico das acções. 


Álvaro de Campos — 2

16 Outubro 2025, 14:00 Amândio Reis

1. Recapitulação e tentativa de sistematização dos primados teóricos de "Apontamentos para uma estética não-aristotélica", de Álvaro de Campos.

1.1. A arte "não-aristotélica" enquanto doutrina estética pensada para a modernidade, em oposição explícita aos modelos clássicos e à ortodoxia da beleza, da harmonia e da proporção (v. Aristóteles, Poética, 7); se a estética não-aristotélica assenta na "força vital", ou energia, e não na beleza, deve representar também a vida (em sentido amplo) na sua dimensão caótica e desordenada: "integração" e "desintegração", p. 2.
1.2. O corpo cindido, quebrado e ultrapassado de Campos (p. 3) VS. o "animal" completo e harmónico de Aristóteles.
2. Assim como a "vida", o "homem" (p. 4): tensões entre o espírito gregário e separativo; o espírito separativo como condição que possibilita a formação de uma "sensibilidade individual", central à experiência estética de Campos.
2.1. A sensibilidade do leitor "subjugada" à sensibilidade do autor, ou "onde fica o quê?": o poema "Autopsicografia", de Fernando Pessoa, como possibilidade de resposta ao problema de a experiência da arte funcionar em cooperação, ao mesmo tempo que têm de ser preservadas as várias sensibilidades envolvidas no processo (i.e., dor sentida, fingida e lida).