Sumários

Culler, J. (1997). Literary Theory. A Very Short Introduction. Oxford: Oxford University Press, chapter #4

13 Outubro 2025, 11:00 Bernardo Machado Mota

Culler, J. (1997). Literary Theory. A Very Short Introduction. Oxford: Oxford University Press, chapter #4


Ruin and Persona

10 Outubro 2025, 12:30 Mário Avelar

Analysis of Shelley's "Ozymandias": the museum; the mask; the persona; the dramatic monologue; the ruin.


Sobre formas breves

9 Outubro 2025, 17:00 Patrícia Soares Martins

Leitura de um ensaio de Lydia Davis "Um Estimado Pato vai ao forno - Formas e Influências", Lisboa, Bazarov edições, 2020.  As formas breves: os contos, as micro-narrativas, os fragmentos, o poema em prosa.  Os géneros tradicionais transformam-se e dão origem a novos géneros. O cruzamento dos géneros em dois momentos: no Romantismo (cf. Victor Hugo e a sua teoria dos géneros - o "grotesco" e o "sublime"- , e a criação de géneros híbridos como o drama burguês em verso )  e no contemporâneo. 


V. Nabokov

9 Outubro 2025, 14:00 Amândio Reis

1. Síntese e discussão dos principais argumentos do ensaio "Bons Leitores e Bons Escritores" (1980), de Vladimir Nabokov.

1.1. A lista das 10 qualidades de um bom leitor: nuances, atributos e problemas de um teste de competências.
1.2. A "imaginação impessoal" enquanto idealização de uma metodologia de leitura; a alegoria do menino e do lobo e a "ficcionalidade" da ficção: inovações, consolidações e complicações relativamente a um problema já identificado em Platão.
1.3. Pontos médios do "Leitor" nabokoviano: um pouco de científico e um pouco de artístico; leitor com "espinha dorsal", entre o cérebro (racionalidade) e o coração (emotividade).
1.4. A tríade característica do "Escritor" nabokoviano: contador de histórias, professor, encantador.


Aristóteles, Poética

8 Outubro 2025, 17:00 Ângela Fernandes

Ainda o Livro X de A República, de Platão: o entendimento da poesia como experiência prejudicial para os cidadãos da cidade ideal.

A Poética, de Aristóteles, e a reflexão sistemática a propósito da fundamentação teórica e da prática compositiva da poesia. A identificação de meios, objectos e modos da imitação poética; a perspectiva antropológica sobre as causas “naturais” da imitação; o reconhecimento da evolução histórica da poesia; a identificação dos princípios que devem orientar a imitação; a defesa do carácter “filosófico” da imitação poética.